- Lea Bressy deixou a diretoria de Tecnologia da Informação do INSS para assumir como conselheira suplente nas Juntas do Conselho de Recursos da Previdência Social, conforme publicação no Diário Oficial da União.
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- Gilberto Waller, presidente do INSS, já havia pedido a saída em novembro, mas o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, negou na ocasião.
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- O mal-estar ocorreu após Lea assumir o comando durante o período de férias do presidente e nomear pessoas investigadas pela Polícia Federal sem comunicar.
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- Também pesava sobre ela a não comunicação sobre o fim de verbas para redução de filas e o atraso na entrega de um novo sistema para calcular a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
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- A mudança representa a saída da diretoria de TI após meses de atritos com a presidência.
Lea Bressy deixou a direção de Tecnologia da Informação do INSS para assumir como conselheira suplente nas Juntas do Conselho de Recursos da Previdência Social. A mudança foi publicada no Diário Oficial da União.
A decisão ocorre após meses de mal-estar entre a diretora de TI e o presidente do INSS, Gilberto Waller. Ele já havia pedido a saída da diretora em novembro, mas o Ministério da Previdência negou a necessidade de troca na época.
Entre as controvérsias que marcaram o período, Lea autorizou nomeações de pessoas investigadas pela PF sem comunicação ao presidente. Também pesam dúvidas sobre o fim de verbas para reduzir filas do instituto e sobre o atraso na entrega de um novo sistema de cálculo do BPC.
Mudanças e contexto
A nomeação para a função de conselheira suplente envolve atividades ligadas ao Conselho de Recursos da Previdência Social, com atuação em decisões administrativas e revisão de benefícios.
A gestão do INSS, segundo apurações, ainda enfrenta pautas críticas como a continuidade de verbas para serviços presenciais, metas de atendimento e modernização de sistemas, incluindo o BPC.
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