- STF começou a definir, em plenário, como será a eleição para o governo do Rio de Janeiro.
- O placar parcial está 1 a 0 a favor da eleição indireta, com o voto do ministro Luiz Fux, que também defende votação secreta.
- O ministro Cristiano Zanin pretende votar pela eleição direta; a Procuradoria-Geral da República já se posicionou a favor da eleição direta.
- A decisão envolve a escolha de governador e vice para mandato-tampão até o fim do ano, por voto popular ou pela Assembleia Legislativa.
- O desembargador Ricardo Couto assumiu o governo após a renúncia de Cláudio Castro.
O STF iniciou, em plenário, a definição sobre como será a eleição para o governo do Rio de Janeiro. O placar já está 1 a 0 a favor da eleição indireta, com o voto do ministro Luiz Fux, que também defende a votação secreta.
O próximo a votar é o ministro Cristiano Zanin, que está a favor da eleição direta. A Procuradoria-Geral da República já se posicionou, na última terça-feira, a favor da eleição direta para o mandato-tampão. A discussão envolve quem escolhe o governador até o fim do ano.
Situação no STF
A pauta busca esclarecer se a escolha do governador e do vice será por voto popular ou pela Assembleia Legislativa. A decisão envolve um mandato-tampão até o fim do ano, com eleições na disputa direta ou indireta.
Ricardo Couto está no exercício do governo do Rio desde a renúncia de Cláudio Castro. A definição sobre o método de escolha impacta o funcionamento da gestão até o término do mandato e as próximas eleições estaduais.
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