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Ex-secretário de Bolsonaro recebeu 3,8 milhões para defender Vorcaro

Receita confirma pagamentos do Banco Master à WF Comunicação, de Fabio Wajngarten, superiores a R$ 3,8 milhões para defender Daniel Vorcaro

Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação Social do governo Jair Bolsonaro (PL)
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  • Documentos da Receita Federal indicam que o Banco Master pagou ao menos R$ 3,8 milhões à WF Comunicação, de Fabio Wajngarten, para atuar na defesa de Daniel Vorcaro.
  • Vorcaro, empresário e ex-dono do Banco Master, está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília e é investigado por fraudes financeiras e organização criminosa.
  • Wajngarten, ex-secretário de Comunicação Social de Bolsonaro, afirmou à CNN que, desde o primeiro semestre de 2025, integra a defesa de Vorcaro, em contrato confidencial.
  • Os pagamentos constam de documentos da Receita Federal encaminhados à CPI do Crime Organizado.
  • Além de Wajngarten, o Master também teria feito pagamentos milionários a figuras políticas, como Michel Temer e Guido Mantega.

O ex-secretário de Bolsonaro recebeu pelo menos 3,8 milhões de reais para defender Daniel Vorcaro, empresário alvo de investigações. Os pagamentos aparecem em documentos da Receita Federal enviados à CPI do Crime. A defesa envolve a WF Comunicação, empresa do advogado Fabio Wajngarten.

Segundo os documentos, o Banco Master destinou os recursos à WF Comunicação para atuar na defesa de Vorcaro. Wajngarten, braço direito de Bolsonaro na época, confirmou à CNN que passou a integrar a equipe de defesa no primeiro semestre de 2025 e que o contrato é confidencial.

Vorcaro, que já foi dono do Master, está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele é investigado por fraudes financeiras e organização criminosa, conforme apuração de autoridades.

Pagamentos do Banco Master e outras operações

Além de Vorcaro, o Master já pagou valores significativos a nomes da política brasileira. Entre as pessoas mencionadas nos documentos estão o ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Guido Mantega, segundo o material do banco.

Fabio Wajngarten: trajetória pública

Durante o governo Bolsonaro, Wajngarten chefiou a Secom até junho de 2020 e, depois, ocupou o cargo de secretário-executivo do Ministério das Comunicações. Ele disse ter saído da função pública há mais de cinco anos e afirmou continuar ligado à defesa de Vorcaro.

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