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Prefeitura de BH erra data do enterro de sicário de Vorcaro

Prefeitura de Belo Horizonte corrige data de sepultamento do sicário de Vorcaro, de 8 de fevereiro para 8 de março, após erro de digitação no sistema

Sicário, como Mourão é conhecido, integrava o “núcleo de intimidação” de adversários e opositores de Vorcaro
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  • A data de sepultamento de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário de Vorcaro, foi corrigida pela Prefeitura de Belo Horizonte, passando de 8 de fevereiro para 8 de março.
  • O enterro ocorreu no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte, conforme a certidão de óbito que não traz a causa da morte, apenas “aguardando exames”.
  • Mourão morreu em 6 de março, após uma tentativa de suicídio, segundo a Polícia Federal; ele estava internado desde 4 de março no Hospital João XXIII.
  • A PF informou que o Sicário atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia da corporação na Superintendência Regional da PF em Belo Horizonte.
  • Mourão, de 43 anos, integrava o “núcleo de intimidação” de adversários de Vorcaro; entre as conversas citadas pela PF, havia ameaças dirigidas a um jornalista e a uma empregada.

A prefeitura de Belo Horizonte informou que houve erro na data de sepultamento de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário de Vorcaro. O registro do sistema Sinec indicava inicialmente 8 de fevereiro, data que foi corrigida para 8 de março. A correção foi divulgada pela Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica.

O corpo foi enterrado no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte. A certidão de óbito não traz a causa da morte, que aparece como aguardando exames. A defesa do empresário confirma o falecimento em 6 de março, após ele permanecer internado a partir de 4 de março no Hospital João XXIII, na capital, após uma tentativa de suicídio.

Segundo a Polícia Federal, Mourão integrava o que descrevem como o núcleo de intimidação de adversários de Vorcaro. Em documentos da PF, há menção a conversas entre Mourão e Vorcaro que são interpretadas como intimidação, incluindo relatos envolvendo jornalistas e um pedido de vigilância de uma pessoa apontada como empregada.

A PF informou que Mourão atentou contra a própria vida sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Belo Horizonte, horas após a prisão. O órgão confirmou o atendimento médico e afirmou ter comunicado o caso ao ministro relator no STF, sem detalhar as circunstâncias do ocorrido.

A investigação envolve Luiz Phillipi Mourão, 43 anos, apontado pela PF como integrante do grupo de apoio a Vorcaro. As autoridades não detalham novos desdobramentos no momento, mantendo o foco nos registros oficiais citados e na confirmação da morte do sicário.

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