- O STF adiou o julgamento sobre o mandato-tampão no Rio de Janeiro; o ministro Flávio Dino pediu mais tempo para analisar os processos.
- O placar permanece quatro votos a favor da escolha do novo governador pela Assembleia Legislativa; Cristiano Zanin foi o único a defender eleição direta pelo voto popular.
- Dino quer saber se o Tribunal Superior Eleitoral reconheceu a renúncia do ex-governador Cláudio Castro, cassado pela corte eleitoral.
- André Mendonça, Cármen Lúcia e Nunes Marques defenderam a eleição indireta e, neste último caso, Nunes Marques também se posicionou a favor da votação secreta.
- Não há data marcada para a retomada do julgamento; a maioria entende que haverá eleição geral em outubro, com mandato-tampão até lá.
O julgamento do STF sobre o mandato-tampão no Rio de Janeiro foi adiado. O ministro Flávio Dino pediu mais tempo para analisar os processos, mantendo o foco na definição de quem vai governar o estado, caso haja decisão pela eleição indireta.
Dino justificou o pedido ao considerar a necessidade de confirmar se o Tribunal Superior Eleitoral reconheceu a renúncia do ex-governador Cláudio Castro, cuja cassação e perda de direitos políticos foram decretadas pelo TSE.
Mesmo com o pedido de vista, já votaram André Mendonça, Cármen Lúcia e Nunes Marques. Os três defendem eleição indireta, realizada pelos deputados estaduais. Nunes Marques apoiou ainda a votação secreta.
O placar já está em quatro votos pela escolha do novo governador pela Assembleia. Só Cristiano Zanin votou pela eleição direta, pelo voto popular. A maioria teme gastos de uma eleição antecipada e aposta no mandato-tampão, com votação geral prevista apenas em outubro.
Situação atual e próximos passos
Com o adiamento, não há data definida para a retomada do julgamento. A avaliação central é se o estado terá mandato-tampão até a próxima eleição geral, que definirá o novo governador e as demais disputas locais.
Entre na conversa da comunidade