- O espaço aéreo de São Paulo ficou paralisado por cerca de 35 minutos devido a uma suspeita de vazamento de gás na área de controle de pousos e decolagens.
- A evacuação do espaço foi a medida de segurança adotada, conforme afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, em entrevista à CNN Brasil.
- A interrupção atingiu principalmente os aeroportos de Congonhas e Guarulhos, com reflexos em Viracopos (Campinas) e no Campo de Marte; as operações foram retomadas por volta de 10h06.
- A Anac informou que o espaço aéreo está em processo de reorganização e que não há risco de nova paralisação no momento; uma apuração está em andamento.
- O ministro afirmou que não houve falha das companhias ou dos aeroportos e que, futuramente, deverá haver revisão de normas para evitar penalizações em casos não relacionados à prestação de serviço.
O Ministério de Portos e Aeroportos informou que a interrupção no espaço aéreo de São Paulo ocorreu nesta quinta-feira devido a uma suspeita de vazamento de gás na área que controla pousos e decolagens. A medida foi adotada como precaução para garantir a segurança.
Segundo o ministro Tomé Franca, a evacuação do espaço aéreo foi imediata e a paralisação durou cerca de 35 minutos. Os atrasos atingiram principalmente Congonhas e Guarulhos, com reflexos em Viracopos e no Campo de Marte.
As operações foram retomadas por volta das 10h06. O ministro ressaltou que não houve falha das companhias ou dos aeroportos, e que o Ministério da Defesa agiu rapidamente para restabelecer o funcionamento.
A Anac informou que o espaço aéreo de São Paulo está em processo de reorganização após o incidente. Não há risco de nova paralisação no momento, e uma apuração já está em andamento para identificar as causas.
A agência destacou que houve ações iniciais previstas no protocolo de pré-crise, com foco em mapear empresas, rotas afetadas e estimar o número de passageiros impactados. A Anac acompanha o desempenho operacional diariamente.
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