- Fisioterapia mostrou melhora da dor e dos movimentos do ombro direito; Bolsonaro faz três sessões por semana.
- Ainda há comprometimento na parte inferior do pulmão esquerdo e permanece a pneumonia bacteriana em recuperação.
- Cardiologista informou pressão arterial controlada, mas ele continua com fadiga e cansaço, com breve melhora; houve um episódio de soluços.
- Em 9 de abril, conseguiu usar resistência elástica para ativar músculos do ombro; crise de soluços gerou nova sessão de agulhamento, liberação miofascial e laserterapia.
- Avaliação dos profissionais é de resposta positiva ao tratamento, mas com limitações de movimento e outros problemas clínicos; analgésicos noturnos para o ombro direito seguem indicados.
Jair Bolsonaro (PL) apresentou melhora na dor e nos movimentos do ombro direito nas últimas sessões de fisioterapia, em Brasília. O tratamento ocorre em domicílio, com acompanhamento médico, após episódio recente de pneumonia bacteriana. O quadro pulmonar ainda mostra alterações no pulmão inferior esquerdo.
Segundo o cardiologista Brasil Caiado, a recuperação da pneumonia avança de forma importante, com pressão arterial sob controle. Ainda há fadiga e cansaço residual. Nas últimas semanas, ocorreu um único episódio de soluço, sem necessidade de intervenção médica adicional.
Acompanhando o retorno funcional, Bolsonaro realiza fisioterapia três vezes por semana e reabilitação cardiorrespiratória seis vezes. Foram incluídos exercícios de força para as pernas, visando melhorar equilíbrio e reduzir risco de quedas.
Evolução clínica
O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas atualizou que, em 6 de abril, parte dos exercícios ocorreu, mas o ombro não pôde ser trabalhado por dor. Em 9 de abril, houve uso de resistência elástica para ativar os músculos do ombro, com melhora da dor e da mobilidade. Uma crise de soluços provocou tensão cervical e dor dorsal, exigindo nova sessão de agulhamento, liberação miofascial e laserterapia.
O profissional avaliou a resposta ao tratamento como positiva, mas reforçou as limitações de movimento e a existência de outros problemas clínicos. O ortopedista que visitou o ex-presidente nesta semana manteve o uso de analgésicos noturnos para o ombro direito.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Em 13 de março, foi internado com broncopneumonia bacteriana bilateral, o que levou o STF a conceder prisão domiciliar humanitária por 90 dias, conforme manifestação da PGR. Os laudos integram o acompanhamento clínico desse período.
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