- O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, disse à RECORD NEWS que o governo atua para atenuar os impactos da alta do querosene de aviação, com financiamentos flexíveis e isenções fiscais; incremento de tarifas é provável.
- Ele destacou que o combustível sustentável é o caminho para o setor e que o Brasil já tem produção local em pequena escala, com potencial para virar grande exportador no futuro.
- O ministro comentou o incidente no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste, na quinta-feira, que provocou 35 minutos de interrupção e afetou Congonhas e Guarulhos, mas foi contornado.
- O governo planeja investir 4,6 bilhões de reais na infraestrutura aeroportuária este ano, assegurando o andamento dos projetos.
- Além disso, há ênfase em reduzir a dependência do querosene por meio de investimentos em plantas de combustível sustentável.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, concedeu entrevista exclusiva à RECORD NEWS nesta sexta-feira (10). Ele comentou medidas do governo para mitigar a alta do querosene de aviação, provocada pelo conflito no Oriente Médio, e afirmou que o setor enfrenta impactos. O território é o Brasil.
Franca citou ações como financiamentos flexíveis e isenções fiscais para aliviar custos das companhias e tarifas aos passageiros. Ainda assim, o ministro reconheceu que haverá aumento no valor das passagens, em certo grau, devido aos custos do combustível.
Para reduzir a dependência do querosene, o ministro destacou avanços na pauta de combustível sustentável. A produção local poderia crescer, com potencial para o Brasil ser exportador, desde que haja mais investimentos e apoio financeiro para plantas de produção.
Incidente no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste
O ministro comentou o incidente ocorrido na quinta-feira (9) que interrompeu operações por 35 minutos. O episódio afetou esperas nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos e gerou transtornos para decolagens e cancelamentos.
Segundo Franca, a interrupção provocou repercussões ainda pela manhã, mas a situação já foi contornada. O episódio é citado como exemplo dos desafios operacionais enfrentados pela infraestrutura aérea em momentos de pressão.
O governo prevê investir R$ 4,6 bilhões na infraestrutura aeroportuária neste ano, com planos de manter os projetos em andamento apesar das adversidades. As ações visam ampliar capacidade, segurança e eficiência do sistema.
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