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Fachin ainda não decide se vai pautar ação do PT para restringir delações

Fachin não definiu data para pautar ação do PT sobre limites da delação premiada; Moraes liberou o caso, com rumores de acordo de Vorcaro

Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin é o responsável pela pauta da corte
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  • O presidente do STF, Edson Fachin, ainda não decidiu quando vai pautar o julgamento da ação do PT sobre os limites da delação premiada.
  • O caso foi liberado para análise pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, após ficar parado desde 2023.
  • A movimentação ocorre em meio a rumores de que o banqueiro Daniel Vorcaro poderia fechar um acordo de colaboração.
  • A Receita Federal revelou que o escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, recebeu ao menos R$ 80,2 milhões do Banco Master em dois anos.
  • O PT sustenta inconstitucionalidades na celebração e no uso de acordos de colaboração premiada, pedindo critérios mais rígidos para proteger garantias fundamentais e mencionando delações cruzadas.

O STF ainda não definiu a pauta do julgamento de uma ação do PT que questiona os limites da delação premiada no Brasil. O caso, que estava parado desde 2023, foi liberado para análise pelo ministro Alexandre de Moraes nesta semana. Fachin ainda não marcou data.

A ação envolve o uso de delações premiadas e questiona aspectos constitucionais e de validade do instrumento. O PT aponta inconstitucionalidades na celebração dos acordos e na forma como são usados em investigações criminais.

O movimento ocorre em meio a rumores de possível colaboração do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em investigações envolvendo a instituição. As informações sobre Vorcaro ganharam repercussão após a liberação do caso.

Informações da Receita Federal indicaram vínculos entre o escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master, com reportes de recebimentos de ao menos 80,2 milhões de reais em dois anos. A apuração envolve outras obras legais.

O PT sustenta que acordos de colaboração premiada devem seguir critérios mais rígidos, com salvaguardas para garantias fundamentais. O partido também critica o que chama de “delações cruzadas” e manipulação de depoimentos.

A decisão final sobre a data de pauta depende do ministro Fachin, presidente do STF. Enquanto isso, o tribunal mantém o andamento de pautas relacionadas à delação premiada e seus impactos no sistema de justiça.

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