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Moraes determina prisão de réus do núcleo 4 da trama golpista

Moraes determina prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista, após trânsito em julgado; prisões já foram efetuadas pelo Exército

Brasília - DF - 16/12/2025 - Julgamento da Ação Penal 2693- Núcleo 2. Na foto o ministro Alexandre de Moraes. Foto: Rosinei Coutinho/STF
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  • O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista, após o trânsito em julgado do processo.
  • O grupo foi condenado por promover desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e por ataques virtuais a instituições e autoridades em 2022.
  • Nesta sexta, o Exército cumpriu mandados de prisão de três integrantes: major da reserva Ângelo Martins Denicoli, subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida.
  • O policial federal Marcelo Araújo Bormevet já estava preso preventivamente e passou a cumprir pena definitiva.
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, é considerado foragido desde dezembro do ano passado; o coronel Reginaldo Vieira de Abreu está nos Estados Unidos e não houve prisão de Ailton Gonçalves Moraes Barros até o momento.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou nesta sexta-feira (10) a prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista ocorrida durante o governo de Jair Bolsonaro. A decisão veio após o trânsito em julgado do processo.

A prisão definitiva foi decretada após o STF confirmar que não cabem mais recursos, encerrando a possibilidade de contestação das condenações. O memorando de execução foi encaminhado aos órgãos competentes.

O grupo foi condenado pela prática de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e por ataques virtuais a instituições e autoridades, ocorridos em 2022.

Prisões efetivadas

O mandado autorizado pela Justiça resultou na prisão de vários militares, enviados pelo Exército nesta manhã: major da reserva Ângelo Martins Denicoli, subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida.

O policial federal Marcelo Araújo Bormevet já estava preso preventivamente e passou a cumprir pena definitiva, conforme decisão do STF.

A execução da condenação contra Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, não ocorreu; ele é considerado foragido desde dezembro, quando houve mandado de prisão preventiva emitido contra ele.

Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército, também não foi preso; ele está nos Estados Unidos. Ainda não há informação sobre o cumprimento da prisão do major Ailton Gonçalves Moraes Barros.

Contexto do julgamento

Durante o julgamento, em outubro do ano passado, a defesa pediu a absolvição, alegando que a acusação não descreveu atos criminosos específicos. A decisão de Moraes confirma uma etapa final do caso.

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