- O Ministério Público pediu o afastamento do presidente interino do Rioprevidência, o órgão que administra as aposentadorias do Rio de Janeiro.
- Promotores afirmam que o fundo continuou aplicando recursos em instituições fora da lista autorizada, mesmo após o escândalo com o Banco Master.
- A ação menciona o risco de perda de mais de R$ 1 bilhão ao Rioprevidência; o Ministério Público já investigava aplicações de R$ 970 milhões no Banco Master.
- Na gestão atual, sob o comando de Nicholas Cardoso, teriam sido investidos mais R$ 118 milhões em instituições não cadastradas, incluindo uma ligada ao banco.
- O MP pediu suspender contratos e bloquear bens dos investigados; o Rioprevidência afirmou que cerca de R$ 100 milhões estavam em títulos públicos de baixo risco, separados de recursos de benefício.
O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu o afastamento do presidente interino do Rioprevidência, o fundo que administra as aposentadorias do estado. A ação aponta que o fundo continuou investindo em instituições fora da lista autorizada, mesmo após o escândalo envolvendo o Banco Master.
O MP sustenta que há risco de perda superior a R$ 1 bilhão. O Rioprevidência já investigava aplicação de R$ 970 milhões no Banco Master. O ex-presidente da autarquia, Deivis Marcon Antunes, foi preso pela Polícia Federal em fevereiro.
Sob a gestão atual, chefiada pelo interino Nicholas Cardoso, o fundo teria aplicado mais R$ 118 milhões em instituições não cadastradas, incluindo uma ligada ao banco citado. O promotor Décio Alonso Gomes afirma que isso gera risco ao patrimônio.
Contexto e acusações
Segundo o MP, o vínculo com instituições não cadastradas viola normas internas e expõe aposentados a prejuízos. Também houve pedido de suspensão dos contratos e bloqueio de bens dos envolvidos.
Resposta do Rioprevidência
A autarquia informou que cerca de R$ 100 milhões estão aplicados em títulos públicos de baixo risco. A nota afirma que esses recursos não se misturam com os recursos destinados ao pagamento de benefícios.
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