- Vladimir Lima assume o Ministério das Cidades e promete entregar ao menos 1 milhão de novas moradias do Minha Casa, Minha Vida em 2026, chegando a 3 milhões até dezembro de 2026.
- A declaração foi feita durante o lançamento da Coalizão das Cidades, na quarta-feira (8).
- O governo já havia batido a meta de 2 milhões de unidades em quatro anos, alcançando 2,3 milhões de moradias entregues.
- No fim de março, o Conselho Curador do FGTS aprovou reajustes no limite de renda e no valor dos imóveis das faixas 3 e 4 do programa, autorizando aumento para 400 mil e 600 mil, respectivamente, e elevando as rendas das faixas 1 a 4.
- A mudança deve beneficiar cerca de 87,5 mil famílias; Jader Filho deixou o cargo para disputar vaga de deputado federal pelo Pará.
Vladimir Lima tomou posse no Ministério das Cidades após a saída de Jader Filho, que deixou o cargo para disputar a Câmara Federal pelo Pará. Em Brasília, o novo ministro afirmou que o governo pretende entregar pelo menos 1 milhão de novas moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em 2026, buscando fechar o mandato de Lula com 3 milhões de unidades entregues até dezembro daquele ano.
A declaração ocorreu durante o lançamento da Coalizão das Cidades, que reúne frentes parlamentares sobre habitação, saneamento e mobilidade urbana. Lima destacou que a meta de 2 milhões de unidades em quatro anos foi superada, com 2,3 milhões já entregues, o que pavimenta a previsão de 3 milhões de moradias até o fim de 2026.
Novos limites de renda e valor de imóveis aprovados
No fim de março, o Conselho Curador do FGTS aprovou aumentos nos limites de renda e nos valores dos imóveis para as faixas do programa. A decisão, encaminhada pelo Ministério das Cidades, foi aprovada por unanimidade.
- O valor dos imóveis subiu para as faixas 3 (de 350 mil para 400 mil) e 4 (de 500 mil para 600 mil).
- As rendas mensais passaram a ser: faixa 1, 2, 3 e 4 com reajustes que vão de 3.200 a 13 mil reais, conforme faixa.
- Faixas 1, 2 e 3 continuam com subsídio e juros menores; a faixa 4 recebe financiamento com juros reduzidos, sem subsídio direto, mas com teto maior.
Essas alterações devem beneficiar cerca de 87,5 mil famílias, ampliando o acesso ao programa para famílias de menor e maior renda. A iniciativa consolida ajustes para financiar imóveis via Minha Casa, Minha Vida, sob supervisão institucional.
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