- Ricardo Nunes disse à Veja que Flávio Bolsonaro pode vencer no 1º turno e será o próximo presidente, em 2026.
- O prefeito afirmou que a economia deve pautar a disputa, citando inflação elevada, taxa Selic próxima de quinze por cento ao ano e juros da dívida em alta.
- Criticou Haddad e Tebet, dizendo que Haddad teve gestão ruim e que Tebet, senadora por Mato Grosso do Sul, não representa São Paulo.
- Disse que o MDB pode atuar de forma independente nacionalmente, mas em São Paulo apoiará o candidato do PL e Tarcísio de Freitas deve seguir como governador.
- Mencionou casos ligados ao Banco Master e ao INSS como temas que podem influenciar a eleição e afirmou que a atuação de Mendonça pode restabelecer a credibilidade da Suprema Corte.
Ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi publicada uma entrevista na Veja nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, na qual ele aposta na vitória de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro turno das eleições de 2026. Nunes afirmou acreditar que o senador pode vencer já no primeiro turno e reforçou a ideia de que a unificação de candidaturas da direita e do centro-direita é fundamental para esse cenário.
O prefeito também comentou o desempenho do governo federal, sugerindo que a gestão de Lula (PT) enfrenta desgaste por questões econômicas e por investigações em curso. Segundo Nunes, a rejeição ao governo atual é elevada devido a falhas de responsabilidade fiscal e a impactos na economia.
Ao falar sobre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Nunes sinalizou apoio à reeleição do atual chefe do Executivo estadual. Ele afirmou que o MDB manterá posição de independência nacional, mas adotará o alinhamento com o PL em São Paulo para as disputas locais.
Em relação a Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, o prefeito afirmou que o histórico de gestão municipal anterior é negativo e que não se pode considerar a possibilidade de ele chefiar a Economia nacional. Também criticou a candidatura de Simone Tebet ao Senado por São Paulo, destacando a origem mato-grossense da pré-candidata e questionando o impacto para o estado.
Nunes citou questões investigativas envolvendo o Banco Master e o INSS como temas que podem influenciar o voto. Sobre o Supremo Tribunal Federal, ele avaliou que a atuação de André Mendonça pode contribuir para reconquistar a credibilidade da Corte, ressaltando uma leitura de recuperação institucional.
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