- Propõe incluir templos religiosos no Programa de Energia Renovável Social (PERS) por meio do Projeto de Lei 1.397/2025.
- A proposta altera a Lei nº 14.300, ampliando o acesso de igrejas a sistemas de energia renovável, como painéis solares.
- Distribuidoras de energia teriam de encaminhar planos ao Ministério de Minas e Energia com metas de instalação e estimativas de investimento.
- A medida prevê redução de custos na conta de energia para beneficiários da tarifa social.
- O texto recebe parecer favorável do deputado Márcio Marinho na Comissão de Minas e Energia, mas ainda não foi votado; o autor cita imunidade tributária dos templos para evitar encargos.
O deputado Fernando Máximo propôs à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1397/2025, que amplia o Programa de Energia Renovável Social (PERS para incluir templos religiosos). A ideia é que igrejas passem a ter acesso a sistemas de energia renovável, como painéis solares.
A proposta altera a Lei 14.300, que criou o PERS com foco principal em famílias de baixa renda. O texto determina que distribuidoras de energia apresentem planos ao Ministério de Minas e Energia com metas de instalação e estimativas de investimento.
Segundo o projeto, as contas de energia dos beneficiários da tarifa social teriam redução, com o objetivo de facilitar recursos para manter atividades sociais promovidas por templos e locais de culto.
Na justificativa, o autor aponta que templos possuem papel social relevante, especialmente em comunidades vulneráveis. A proposta sustenta que a redução de custos com energia pode ampliar ações assistenciais.
O relator favorável foi o deputado Márcio Marinho, que apresentou o parecer na Comissão de Minas e Energia. O texto chegou a ser incluído na pauta, mas ainda não foi votado.
Conteúdo e próximos passos
A iniciativa aguarda tramitação e avaliação das comissões pertinentes, sem confirmação de data para votação. O PLN também envolve a participação das distribuidoras e do Ministério de Minas e Energia na formatação de planos e metas.
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