- A Unidade Popular aprovou Samara Martins como pré-candidata à Presidência da República para as eleições de 2026, decisão unânime do Diretório Nacional em fevereiro.
- Samara tem 38 anos, é dentista e atua no Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Norte, sendo a primeira mulher negra a disputar o Planalto.
- A pré-candidatura visa representar o programa de lutas pelo socialismo, e Samara ocupa a vice-presidência nacional da Unidade Popular.
- Em 2022, ela concorreu ao Planalto na chapa presidencial de Leo Péricles pelo mesmo partido.
- Além da atuação política, Samara coordena a Frente Negra Revolucionária e milita no Movimento de Mulheres Olga Benario, bem como no Movimento de Lutas nos Bairros, Vilas e Favelas; é natural de Minas Gerais e mãe de dois filhos.
O Unidade Popular (UP) aprovou Samara Martins como pré-candidata à Presidência da República para as eleições de 2026. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Diretório Nacional em fevereiro. Ela é dentista e atua no Sistema Único de Saúde no Rio Grande do Norte.
Samara Martins é a primeira mulher negra a ocupar a posição de pré-candidata ao Planalto. Ela ocupa atualmente a vice-presidência nacional do UP e já participou da disputa em 2022, como vice na chapa encabeçada por Leo Péricles.
A adjudicação da candidatura busca oferecer um programa de luta pelo socialismo, segundo o UP. A confirmação marca uma continuidade da atuação de Samara em movimentos sociais e entidades ligadas à defesa de trabalhadores, mulheres e populações negras.
Perfil da pré-candidata
Samara Martins é natural de Minas Gerais, mãe de dois filhos e tem formação em odontologia pela UFRN. Ela já exerceu liderança estudantil, tendo sido presidente do Centro Acadêmico e diretora da UNE.
Ela coordena a Frente Negra Revolucionária e participa de militância no Movimento de Mulheres Olga Benario e no MLB. A trajetória inclui engajamento em pautas de direitos civis e igualdade social.
Trajetória e atuação
Integrante de organizações de esquerda, Samara atua na defesa de direitos dos trabalhadores, das mulheres e da população negra. O UP aponta que a candidatura representa respostas às condições de terceirização, precarização e jornadas exaustivas.
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