- Três militares foram presos pelo Exército após condenação no STF no chamado Núcleo 4 da trama golpista do oito de janeiro.
- Em Brasília, foram detidos o subtenente Giancarlo Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Almeida.
- Em Vila Velha, Espírito Santo, o major da reserva Ângelo Denicoli foi preso.
- O Núcleo 4 tinha como função disseminar notícias falsas sobre urnas eletrônicas e favorecer a tentativa de golpe de Estado; condenados pegam treze a dezessete anos de prisão, e dois permanecem foragidos.
- As prisões ocorreram após o ministro Alexandre de Moraes decretar o trânsito em julgado; a defesa de Almeida disse acompanhar a execução da pena e pretende revisar criminal.
Três militares foram presos pelo Exército após condenação pelo STF no chamado Núcleo 4 da trama golpista do 8 de janeiro. Os crimes envolvem disseminação de notícias falsas sobre urnas eletrônicas e a tentativa de golpe de Estado. As prisões ocorreram nesta sexta-feira (10), em Brasília e no Espírito Santo.
No Distrito Federal, foram presos o subtenente Giancarlo Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Almeida. Em Vila Velha, Espírito Santo, houve a prisão do major da reserva Ângelo Denicoli. Os três integravam o Núcleo 4, apontado como responsável por veicular desinformação sobre as urnas.
As penas variam de 13 a 17 anos de prisão, e dois integrantes continuam foragidos. A prisão ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes decretar o trânsito em julgado, momento em que não é possível recorrer.
Situação legal e defesa
A defesa de Guilherme Almeida informou que acompanha a execução da pena e pretende apresentar revisão criminal. O Jornal da Record entrou em contato com as defesas dos demais detidos, mas não houve retorno até o fechamento deste texto.
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