- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu um ajuste fiscal para enfrentar o endividamento das famílias, em entrevista em Porto Alegre (RS) neste sábado (11).
- Ele atribuiu o problema ao gasto público alto e à elevação de impostos, dizendo que isso cria uma “bola de neve” para a renda.
- Flávio classificou a dívida pública em relação ao PIB como uma insalidade e afirmou que o patamar atual prejudica investimentos no país.
- Segundo o senador, organizar as contas faria os juros caírem, o crédito ficar mais barato e estimularia investimentos, empregos e o pagamento de dívidas.
- O comentário ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura do deputado Zucco ao governo do Rio Grande do Sul; Flávio também apoiará Marcel Van Hattem e Sanderson para o Senado.
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à presidência, defendeu neste sábado uma agenda de ajuste fiscal para enfrentar o endividamento das famílias brasileiras. A declaração foi feita durante entrevista a jornalistas em Porto Alegre (RS).
O evento ocorreu na manhã de hoje, na capital gaúcha, no contexto de visitas do pré-candidato a encontros com a imprensa. A fala enfatizou a necessidade de reformas para reorganizar as contas públicas e reduzir o peso dos impostos sobre o contribuinte.
Segundo o parlamentar, a relação entre dívida pública e PIB no Brasil cresce por más administrações, exigindo medidas para desengavetar investimentos. Ele afirmou que, com contas mais equilibradas, juros devem cair, facilitando crédito, investimentos empresariais e criação de empregos.
Flávio também enfatizou que não há caminho mágico e que o ajuste fiscal precisa ser efetivo, com o exemplo vindo de cima. A referência é ao atual governo, segundo ele, que não vem adotando as medidas necessárias.
O motivo da passagem por Porto Alegre incluiu o lançamento da pré-candidatura do deputado Zucco ao governo do Rio Grande do Sul. A agenda também contou com o apoio do senador às pré-candidaturas de Marcel Van Hattem (Novo) e Sanderson (PL) ao Senado.
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