- Flávio Bolsonaro afirmou que, se vencer a eleição, Jair Bolsonaro e pessoas que ele considera perseguidas vão “subir a rampa” na posse em janeiro.
- O plano dele inclui um “zerar o jogo” institucional, com vitória no 1º turno se Deus permitir, para fazer justiça a Bolsonaro e a Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos.
- A ideia de perdão aos condenados depende do Congresso Nacional; segundo o senador, não é anistia, é uma prerrogativa legal, e ele espera que o receio de votar diminua após as eleições.
- Além da pauta presidencial, ele apoiou Luciano Zucco ao governo do Rio Grande do Sul e as candidaturas de Marcel Van Hattem e Ubiratan Sanderson ao Senado, em encontro com mulheres.
- Em meio a pesquisas, Datafolha aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula em possível segundo turno; aliados veem contexto favorável após episódios que afetaram a avaliação do governo entre conservadores.
Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ, afirmou em Porto Alegre que, caso vença a eleição presidencial, Jair Bolsonaro e pessoas que considera perseguidas subirão a rampa da transmissão de posse ao lado dele. A fala ocorreu durante agenda no fim de semana.
O cenário apresentado pelo parlamentar envolve a restauração política de seu pai e a reparação a quem julga injustiçado pelos eventos de 8 de janeiro de 2023. Contou que a vitória representaria o retorno ao centro do poder desses grupos.
Ele citou a ideia de zerar o jogo institucional, defendendo que, se Deus permitir, a vitória ocorra no 1º turno. O plano depende do Congresso para avançar com uma medida de perdão, considerada prerrogativa legal pelo senador.
Perspectiva no Congresso e apoio regional
Flávio Bolsonaro insistiu que a anistia depende do Legislativo, afirmando que o tema não seria inconstitucional. Alega que a iniciativa é para fazer justiça não apenas a Bolsonaro, mas a outras pessoas citadas.
Na agenda no Rio Grande do Sul, o senador apoiou a pré-candidatura de Luciano Zucco ao governo estadual e as candidaturas de Marcel Van Hattem e Ubiratan Sanderson ao Senado. Em encontro com mulheres, ele afirmou que o PT se tornará irrelevante a partir de 2027.
Contexto eleitoral e cenário atual
A movimentação ocorre em meio a um cenário de equilíbrio nas pesquisas. Dados do Datafolha indicam empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula em potencial segundo turno. Aliados veem o momento como favorável ao senador após episódios que teriam influenciado a avaliação do governo.
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