- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu não prorrogar a CPI do Crime Organizado, encerrando os trabalhos em 14 de abril.
- O parecerista Alessandro Vieira criticou a decisão, chamando-a de desserviço para o Brasil.
- Vieira afirma que não recorrerá ao STF para tentar prorrogação da CPI.
- Sem prorrogação, o colegiado deve votar o relatório final na próxima terça-feira, 14 de abril.
- A decisão foi anunciada após reunião entre Alcolumbre e Vieira, na tarde de 3ª feira, 7 de abril de 2026.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu não prorrogar a CPI do Crime Organizado, que encerrará os trabalhos em 14 de abril. A informação foi confirmada pelo relator, senador Alessandro Vieira, durante a sessão plenária desta terça-feira.
Vieira relatou que a decisão foi tomada em reunião com Alcolumbre no início da tarde de 3ª feira. Segundo o relator, o presidente alegou que o ano é eleitoral e que a prorrogação não seria adequada neste momento.
Apesar de criticada por Vieira, a decisão não deve levar o relato à busca de recursos judiciais. O senador afirmou que não pretende recorrer ao STF para ampliar o prazo. A expectativa é votar o relatório final no dia 14 de abril.
Detalhes da decisão e próximos passos
Com o encerramento sem prorrogação, o colegiado deve seguir para a leitura do relatório final na próxima terça-feira (14). A agenda foi confirmada por Alessandro Vieira, que participa ativamente dos trabalhos da CPI.
A sessão desta semana também manteve o foco em apurar estrutura e eventual influência de organizações criminosas. A CPI do Crime Organizado teve início com o objetivo de mapear redes, atores e impactos econômicos, sem prorrogação do prazo.
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