- Edvaldo Neto (Avante) foi eleito prefeito de Cabedelo na eleição suplementar realizada neste domingo (12), com 61% dos votos válidos (18.180), derrotando Walber Virgolino (PL).
- A vitória foi confirmada, e Edvaldo destacou a aceitação das propostas apresentadas durante a campanha.
- Entre as primeiras medidas, ele pretende enviar à Câmara de Vereadores um projeto de lei para reduzir o IPTU e outra proposta para proibir a contratação de pessoas que respondam por crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.
- Edvaldo Neto, que era prefeito interino, assume o cargo de forma definitiva ao lado do vice Evilásio Cavalcante (Avante), com mandato até 2028.
- A eleição ocorreu após cassação dos mandatos do prefeito André Coutinho (Avante) e da vice-prefeita Camila Holanda (PP), por irregularidades graves apontadas pela Justiça Eleitoral.
Edvaldo Neto (Avante) foi eleito prefeito de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, em eleição suplementar realizada neste domingo (12). Ele obteve 61% dos votos válidos, com 18.180 votos, acima de Walber Virgolino (PL).
Logo após a confirmação, Neto comemorou a vitória e agradeceu a aceitação das propostas apresentadas durante a campanha. Atribuiu o resultado ao suporte da população cabedelense.
O novo chefe do Executivo destacou prioridades para os primeiros dias de gestão, incluindo projeto de lei para reduzir o IPTU e outra proposta voltada à segurança pública. O candidato citou a necessidade de encaminhar as propostas à Câmara de Vereadores.
Medidas anunciadas
Ele informou que, já a partir de segunda-feira, encaminhará à Câmara a lei que reduz o IPTU, tido como essencial para a cidade. Também pretende encaminhar norma para proibir contratações de pessoas ligadas a crimes.
Quem assume ao lado de Neto
Edvaldo Neto é natural de Cabedelo e atuava como prefeito interino. Ao lado dele assume o vice Evilásio Cavalcante (Avante). O mandato segue até 2028.
Contexto da eleição
A eleição suplementar foi convocada após cassação dos mandatos do prefeito André Coutinho (Avante) e da vice-prefeita Camila Holanda (PP), por irregularidades graves, conforme decisão da Justiça Eleitoral.
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