- Flávio Roscoe, ex-presidente da Fiemg, se filia ao PL para disputar o governo de Minas Gerais e busca aproximação entre Flávio Bolsonaro e Romeu Zema.
- A ideia é uma composição entre Bolsonaro e Zema na disputa presidencial para fortalecer o campo da direita em Minas ao lado de Matheus Simões (PSD).
- Se Zema aceita ser vice de Flávio Bolsonaro, Roscoe abriria mão de disputar o governo de Minas.
- Folha de S. Paulo afirma que Flávio Bolsonaro disse a Zema que Jair Bolsonaro vê com bons olhos a indicação dele como vice; porém, a decisão sobre o vice fica para mais adiante.
- Um vídeo divulgado neste sábado mostra Zema convidando Flávio para ser seu vice; Flávio levanta a dúvida: “será?”.
Após se filiar ao PL com o objetivo de disputar o governo de Minas Gerais, o empresário Flávio Roscoe, ex-presidente da Fiemg, trabalha para aproximar Flávio Bolsonaro e Romeu Zema. O movimento busca consolidar uma frente de direita em Minas, em torno do palanque do governador Matheus Simões (PSD).
Roscoe mantém interlocuções com o Senado e com o ex-governador mineiro, avaliando a possibilidade de uma composição que aproxime os dois nomes na disputa presidencial. A ideia é ampliar o apoio, caso Zema aceite ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Flávio Bolsonaro informou a Zema, após um evento em Porto Alegre, que a casa e a base de apoio consideram o ex-governador mineiro adequado para o posto de vice. A conversa, no entanto, não definiu decisões.
Zema respondeu, em tom leve, que na prática poderia convidar Flávio para ser seu vice, segundo imagens publicadas. Flávio Bolsonaro rebateu com indagações sobre a possibilidade, ainda sem confirmação.
As especulações ganham força nos bastidores, com aliados avaliando cenários para 2026. O ex-governador Zema nega, publicamente, que tenha descartado manter sua candidatura própria. Ele afirma estar trabalhando para viabilizar seu nome.
Especulações de bastidores
A leitura comum entre interlocutores é de que o diálogo entre Flávio Bolsonaro, Zema e Roscoe visa unir forças em Minas, mantendo o foco na eleição presidencial. A atuação de Roscoe ainda é vista como mediadora entre atores do campo político mineiro.
Fontes ouvidas pela reportagem citam que a movimentação ainda não tem definição formal e depende de acordos entre as alas do PL, do Novo e do PSD. Não houve anúncio de alianças ou antecipação de cargos.
Entre na conversa da comunidade