- A Hungria realiza eleições parlamentares que podem definir o futuro do primeiro-ministro Viktor Orbán, que está no cargo há dezesseis anos.
- Pesquisas indicam que o Fidesz pode perder o poder para o partido Tisza, de centro-direita e pró-União Europeia, liderado por Peter Magyar, ex-aliado de Orbán.
- As seções foram abertas às seis da manhã e fecham às sete da noite, no horário local.
- Serão eleitos 199 parlamentares, e o presidente da Hungria deverá convocar o novo Parlamento dentro de trinta dias.
- O premiê é indicado pelo partido vencedor e nomeado pelo presidente; se o Parlamento não confirmar o nome, há prazo de quinze dias para uma nova proposta, ou eventual dissolução e novas eleições.
A Hungria realiza neste domingo eleições parlamentares que vão definir o futuro do primeiro-ministro Viktor Orbán, que governa o país há 16 anos. O resultado pode reconfigurar o governo e o rumo político do país.
Orbán venceu as quatro últimas eleições em maioria expressiva, apoiado por uma oposição fragmentada. Pesquisas mostram agora possibilidades de vitória do Tisza, partido de centro-direita e pró-União Europeia, liderado por Peter Magyar, que já foi aliado do premiê.
As seções eleitorais abriram às 6h locais (1h de Brasília) e fecharão às 19h (14h de Brasília). Os eleitores escolhem 199 parlamentares, cuja composição define o futuro do governo.
Processo e governança
O primeiro-ministro é nomeado pelo Parlamento, por maioria simples. O presidente sugere o nome do premiê — geralmente o candidato da bancada vencedora —, e o Legislativo vota.
Caso o candidato não seja eleito, o chefe de Estado pode apresentar nova proposta em até 15 dias. Se o Parlamento não eleger um novo premiê, o presidente pode dissolver o Parliament e convocar novas eleições.
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