- A BYD, que tem registrado o maior crescimento no Brasil, contou com a atuação de Alexandre Baldy para aproximar a empresa do governo, facilitando isenções fiscais e acesso direto ao presidente Lula.
- Baldy, ex-secretário de Transportes de São Paulo e ex-ministro de Cidades, teria usado sua influência para favorecer a BYD na negociação com o Palácio do Planalto.
- As condições obtidas incluíram incentivos fiscais e uma interlocução direta com o governo, segundo fontes próximas às negociações.
- Com esses ajustes, a BYD passou a instalar fábricas e centros de distribuição, fortalecendo sua presença no mercado brasileiro.
- A atuação de Baldy é apresentada como exemplo de como relações políticas podem influenciar investimentos e o crescimento de empresas chinesas no setor de mobilidade elétrica.
A BYD, montadora chinesa em rápido crescimento no Brasil, ampliou sua atuação no país com apoio que envolve figuras políticas de peso. Segundo apurações, Alexandre Baldy, ex-secretário de Transportes de São Paulo e ex-ministro de Cidades, teve papel central nas tratativas.
A atuação de Baldy, que já passou por gestões de João Doria, teria facilitado condições para a BYD, incluindo incentivos fiscais e uma interlocução direta com o Palácio do Planalto, segundo fontes próximas às negociações.
Implicações para o apoio estatal
A estratégia buscou apresentar a BYD como parceira para a expansão de veículos elétricos no Brasil, com construção de fábricas e centros de distribuição. A participação de Baldy é apontada como exemplo de uso de redes políticas para atrair investimentos.
A BYD já é apontada como um dos players que mais cresce no setor de mobilidade elétrica no Brasil, com impactos esperados em empregos e tecnologia no setor automotivo nacional.
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