- Nesta segunda-feira (13), a Comissão de Finanças e Tributação realiza sabatina de sete candidatos ao cargo de ministro do TCU; a votação no plenário está prevista para terça-feira (14).
- Odair Cunha (PT-MG) é apontado como favorito, com apoio de 12 bancadas; acordo de Hugo Motta (Republicanos) visa favorecer Cunha.
- Entre os concorrentes, estão Adriana Ventura (Novo), Danilo Forte (PSDB), Elmar Nascimento (União Brasil), Gilson Daniel (Podemos), Hugo Leal (PSD) e Soraya Santos (PL).
- Emanuel Pinheiro Neto (PSD) atuará como relator das indicações; a sabatina é obrigatória, com exposição de cada candidato e perguntas, mas o parecer é consultivo.
- A escolha segue para o plenário e, se aprovada, vai ao Senado; impasses internos movem alianças, com o PL apoiando Soraya Santos e Forte saindo do União Brasil para o PP, mantendo apoio a Cunha.
A sabatina de candidatos para uma vaga no TCU acontece nesta segunda-feira (13) na Câmara dos Deputados. A votação no plenário está prevista para terça-feira (14), em Brasília. A comissão de Finanças e Tributação (CFT) é responsável pela análise consultiva, com o funcionamento em formato de sabatina.
Sete nomes disputam a indicação, entre eles Odair Cunha (PT-MG), apontado como favorito. Cunha tem o apoio de 12 bancadas, incluindo MDB, PDT, PSB, PCdoB, PSOL e outros. O pleito ocorre em meio a um cenário pulverizado de apoios.
A bancada do PT compõe o apoio a Cunha, enquanto siglas de centro e direita lançam nomes próprios. Relator da comissão será Emanuel Pinheiro Neto (PSD-MT). A sessão inclui exposições e perguntas, sob formato atípico para esse tipo de sabatina.
Cenário político e impasses
Hugo Motta (Republicanos-PB) costurou o acordo que favorece Cunha, mas o apoio não se estende amplamente. No PL, Hélio Lopes (RJ) anunciou candidatura com respaldo de Jair Bolsonaro, mas Soraya Santos (PL-RJ) acabou indicada.
No União Brasil, Elmar Nascimento (BA) e Danilo Forte (CE) disputam a vaga. Forte mudou de partido, indo para o PP, que apoiará Cunha. A bancada do PSDB indicou Forte, mantendo o desenho de alianças para o TCU.
O impasse interna envolve críticas à escolha de Soraya Santos, com questionamentos sobre diversidade e quem realmente representa mulheres no tribunal. A expectativa é que a sabatina alimente o debate antes da votação no plenário.
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