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Dino exige medidas rápidas do governo Lula contra facções na Amazônia

Dino determina plano de ações repressivas imediatas contra facções na Amazônia e Pantanal, com eventual GLO e aumento da presença militar para combater crimes ambientais

Dino cobra ação concreta do governo Lula contra o avanço das facções na Amazônia; plano pode incluir eventual decretação de GLO. (Foto: Victor Piemonte/STF)
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  • O ministro Flávio Dino determinou que o governo apresente em 15 dias um plano de ações repressivas para combater organizações criminosas na Amazônia Legal e no Pantanal.
  • Pode haver decretação de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e aumento da presença de militares na região.
  • O foco é adotar medidas imediatas contra organizações como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital, que atuam na extração clandestina de recursos naturais.
  • A medida faz parte da execução da ADPF 743, após o STF reconhecer falhas estruturais e acompanhar o cumprimento das determinações.
  • O plano deve conter ações da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ibama, cumprimento de operações conjuntas com polícias estaduais e possível ampliação da presença das Forças Armadas, especialmente em faixas de fronteira e áreas críticas.

O ministro do STF Flávio Dino determinou que o governo apresente, em 15 dias, um plano de ações repressivas e imediatas para combater organizações criminosas na Amazônia Legal e no Pantanal. A decisão envolve a execução da ADPF 743.

A decisão aponta que o governo pode decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) se necessário, além de ampliar a presença de militares na região. O foco é enfrentar organizações que atuam ilegalmente na região.

Dino afirmou que o objetivo é adotar medidas urgentes contra organizações criminosas que atuam na Amazônia, destacando que facções como Comando Vermelho e PCC passaram a explorar extração clandestina de recursos naturais para financiamento e lavagem de dinheiro.

Entre as providências, a AGU deve apresentar medidas já planejadas ou com potencial ampliação, envolvendo os Ministérios da Justiça, Defesa, Meio Ambiente e Povos Indígenas. Espera-se atuação da Polícia Federal, PRF, Ibama e operações conjuntas com polícias estaduais.

O ministro ressaltou que a presença das Forças Armadas pode ser ampliada, especialmente em faixas de fronteira e áreas críticas, com eventual GLO se necessário, para cumprir o acórdão do STF.

Em 2021, a Rede Sustentabilidade acionou o STF questionando falhas das políticas públicas de prevenção e combate a incêndios e desmatamento na região. O tribunal avaliou as ações e determinou medidas de fortalecimento da fiscalização ambiental.

Atualmente, a execução depende do cumprimento de decisões pelo governo e pelos estados. O STF monitora o andamento das medidas para evitar impactos ambientais, com foco em segurança de povos tradicionais.

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