- Edinho Silva, presidente nacional do PT, rebateu Gabriel Galípolo e disse que a responsabilidade pelo caso Master recai sobre o governo Bolsonaro e sobre Roberto Campos Neto.
- Galípolo afirmou que auditorias e sindicâncias não apontaram culpa de Campos Neto; Edinho afirmou que a declaração dele está fora de contexto.
- O PT destacou investigações em curso pela Polícia Federal e pelo Ministério Público e pediu que o Banco Central também apure o caso.
- Lula já havia apontado relação entre Bolsonaro e Campos Neto na denúncia de fraudes ligadas ao Master; Edinho reforçou posição similar.
- O dirigente ressaltou que, se o Banco Master houve operações fraudulentas, a responsabilidade é de Bolsonaro e de Campos Neto, citando dois diretores do BC afastados.
Edinho Silva rebateu nesta segunda-feira (13 abr 2026) a declaração de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, que isentou Roberto Campos Neto de responsabilidade no caso envolvendo o Banco Master. A crítica ocorreu após Galípolo afirmar, durante a CPI do Crime Organizado, que auditorias internas não apontaram culpa do ex-chefe do BC.
O dirigente do PT afirmou que há investigações ocorrendo pela Polícia Federal e pelo Ministério Público e cobrou que o Banco Central também participe dessas apurações. Segundo ele, só com o avanço das investigações será possível definir responsabilidades.
Edinho citou, ainda, a linha de responsabilização associada ao atual governo e ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em relação a fraudes ligadas ao Master. Ele classificou como inadequada a tentativa de isentar Campos Neto com base no que chamou de operações fraudulentas realizadas pelo banco.
Contexto das investigações
- Investigação envolve Polícia Federal e Ministério Público na apuração de operações associadas ao Master.
- Diretoria do Banco Central teve dois diretores afastados vinculados às operações.
- Controvérsia gira em torno da responsabilidade de autoridades regulatórias e políticas no episódio.
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