- Romeu Zema, pré-candidato pelo Novo, disse que está “mais à direita” e chamou o PL de ter “frutas podres” após evento em São Paulo.
- Afirmou que o Novo aplica critérios mais rígidos e que, se alguém estiver desalinhado, fica fora do partido.
- Segundo ele, o Novo pode ser “o partido mais à direita do Brasil” por defender propostas alinhadas a princípios e combate à corrupção.
- Reconheceu aproximações entre o Novo e o PL em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, dizendo que as conversas continuam.
- Garantiu que vai manter a pré-campanha até o fim.
O pré-candidato à Presidência Romeu Zema, do Novo, afirmou em evento da Associação Comercial de São Paulo que se considera mais à direita e que o Partido Liberal (PL) tem problemas internos, descrevendo-os como “frutas podres”. O comentário foi feito nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, em São Paulo.
Ele afirmou que o Novo adota critérios mais rígidos e que, se alguém estiver desalinhado com os princípios do partido, fica fora. Segundo Zema, essa é uma prática que o Novo considera única entre as siglas.
Sobre o posicionamento ideológico, o político declarou que o Novo pode ser o partido mais à direita do Brasil, mantendo uma linha de privatizações, respeito à Constituição e ausência de corrupção.
O pré-candidato reconheceu aproximações entre siglas em alguns estados, citando Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e disse que as conversas continuam para alianças locais.
Zema também assegurou que pretende manter a campanha até o fim, garantindo a continuidade da pré-candidatura e da atuação política até o desfecho do processo.
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