- Ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, criticou o STF em evento da Associação Comercial de São Paulo, afirmando que o país vive a maior “crise moral” da história.
- Zema disse que o STF parece abrigar “criminosos” e que, antes, havia certa confiança, mas que “já estava cheirando mal” há anos, com a podridão afloração recentemente.
- Segundo o ex-governador, as urnas devem mandar a resposta na eleição de outubro; se não houver mudança até lá, haverão ajustes no ano seguinte, com clima de indignação destacado.
- O STF é ligado ao escândalo do Banco Master, com mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ligação a Daniel Vorcaro; o ministro Dias Toffoli também aparece no contexto.
- A CNN tentou obter posicionamento do STF, mas não houve retorno até o momento.
Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, criticou o STF durante evento da Associação Comercial de São Paulo nesta segunda-feira, 13. O ex-político disse haver a maior crise moral da história do Brasil e apontou suposta irregularidade institucional no Supremo.
Segundo Zema, o STF costumava ter um nível de confiança, mas já havia sinais de problemas há alguns anos. Para ele, a atual situação expõe uma suposta podridão interna que se revela com o tempo, especialmente no cenário político recente.
O pré-candidato ao Palácio do Planalto afirmou que a resposta a esse que ele classifica como crise virá com as eleições de outubro. Caso haja mudanças até lá, avaliou, se não ocorrer, podem ocorrer no próximo ano.
Ele mencionou a existência de uma percepção de indulgência institucional em Brasília, associando-a a uma suposta “farra dos intocáveis” entre figuras do poder. As urnas seriam apontadas como mecanismo de resposta à indignação manifestada pela população.
Contexto: envolvendo o STF, o caso é ligado ao escândalo envolvendo o Banco Master, investigado por fraudes financeiras. Parte das investigações envolve mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, que teriam relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Além disso, o ministro Dias Toffoli aparece na linha de investigação, vinculado a negócios com a Maridt, antiga parceira no Resort Tayayá, que teve participação vendida ao Fundo Arleen. A operação está conectada à apuração da Polícia Federal denominada Carbono Oculto.
A CNN Brasil reportou que a reportagem solicitou posicionamento do STF, que ainda não respondeu na publicação em questão. O conteúdo acima resume as informações obtidas até o momento, sem divulgação de novos dados oficiais. Fonte destacada: cobertura da CNN Brasil.
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