Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Alessandro Vieira aponta modus operandi de atuação política de Gilmar

Senador Alessandro Vieira afirma que Gilmar Mendes usa modus operandi político, mesclando decisões técnicas com pressão midiática, conforme a CPI

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, afirmou que Gilmar Mendes tem “modus operandi” de atuação política.
  • A fala foi resposta às críticas de Gilmar à CPI, que pode indiciar três ministros do Supremo Tribunal Federal: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
  • Vieira classificou a reação de Gilmar como “tom de ameaça” e lembrou uma decisão anterior do ministro sobre o processo de impeachment.
  • O senador disse que o comportamento é a continuidade de um modo de operar que mistura politização de decisões técnicas com uso de ameaças por meio de veículos de imprensa ou redes sociais.
  • Gilmar Mendes havia afirmado que a CPI não tem base legal para indiciar ministros, afirmando que essa competência é da polícia; ele também criticou vazamentos seletivos durante sessão da Segunda Turma do STF.

O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou nesta terça-feira que o ministro Gilmar Mendes, do STF, tem um modus operandi de atuação política. A declaração ocorreu em resposta às críticas do magistrado à comissão.

A CPI analisa, ainda hoje, o relatório final de Vieira, que pede o indiciamento de três ministros do Supremo: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Também pode ser alvo de indiciamento o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Vieira classificou o tom de Gilmar como uma ameaça e destacou episódios anteriores em que o ministro teria interferido em processos envolvendo o impeachment. O senador afirmou que existe uma prática de politização de decisões técnicas e de usan de veículos de comunicação para pressionar.

GILMAR Mendes havia criticado os “excessos” da CPI, segundo ele configurando abuso de autoridade que deve ser apurado pela PGR. Para Gilmar, a comissão não tem base legal para indiciar ministros, argumentando que essa competência pertence à polícia e não envolve crimes de responsabilidade.

Durante a sessão da Segunda Turma do STF, Gilmar voltou a criticar a condução da CPI, citando supostos vazamentos seletivos e narrativas apressadas. O ciclo de críticas e defesas aponta para uma tensão entre o colegiado e o STF, com desdobramentos ainda a serem apresentados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais