- Eduardo Cunha minimizou resistências de partidos e disse que legendas rejeitam nomes fortes por medo de perder cadeiras.
- O ex-presidente da Câmara não declarou apoio em Minas Gerais (MG).
- Ele sinalizou apoio a Marcelo Aro.
- Cunha afirmou que continuará alinhado ao Republicanos.
Eduardo Cunha afirmou que há resistência por parte de partidos a apoiar nomes fortes, atribuindo-a ao medo de perder cadeiras. O ex-presidente da Câmara, em entrevista publicada em 14 de abril de 2026, explicou que as legendas teriam rejeitado candidaturas potentes por receio de impactos nas suas bancadas.
Ele não chegou a declarar apoio específico em Minas Gerais, mas sinalizou apoio a Marcelo Aro, dirigente ao qual manifestou alinhamento. Cunha afirmou que seguirá os caminhos do Republicanos, sigla pela qual pretende manter fidelidade institucional.
A declaração de Cunha ocorre em um momento de movimento nos bastidores, com vistas a alianças e reconfigurações de candidaturas. O ex-deputado reforçou a necessidade de manter a coesão dentro do Republicanos diante do cenário político atual.
Situação em Minas Gerais
Em MG, Cunha evitou detalhar apoio formal a qualquer legenda, adotando postura de cautela enquanto observa a disputa local. O dirigente ponderou que as decisões sobre candidaturas envolvem cálculos de cadeiras, peso regional e impactos estratégicos.
Marcelo Aro, citado como alvo de apoio, é visto como possível nome para compor chapas ou alianças no estado. A postura anunciada pelo ex-presidente da Câmara aponta para continuidade de alianças e comunicação entre Cunha e o espaço político alinhado ao Republicanos.
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