- Datafolha entrevistou 2.004 eleitores em todo o país entre 7 e 9 de abril; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com confiança de 95%.
- O ministro Alexandre de Moraes é o mais conhecido entre os atuais dez integrantes do STF, com 89% dos entrevistados dizendo conhecê-lo.
- A ministra Cármen Lúcia é a segunda mais conhecida, com 68% de conhecimento; ela é a única mulher do STF no momento.
- Seis ministros são conhecidos por ao menos a metade da população.
- Índice de avaliação entre os ministros: André Mendonça 26; Cármen Lúcia 17; Luiz Fux 7; Edson Fachin 0; Cristiano Zanin -4; Flávio Dino -4; Kassio Nunes Marques -4; Alexandre de Moraes -8; Gilmar Mendes -12; Dias Toffoli -16.
O Datafolha divulgou hoje os resultados de uma pesquisa com 2.004 eleitores em todo o país sobre o STF. A sondagem ocorreu entre 7 e 9 de abril e tem margem de erro de 2 pontos percentuais. O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo.
Percebe-se que o ministro Alexandre de Moraes é o mais conhecido entre os dez atuais ministros. 89% dos entrevistados afirmam conhecer Moraes, enquanto 11% dizem não conhecer.
Cármen Lúcia aparece em segundo lugar no conhecimento da população, com 68% dizendo conhecer a ministra. Ela é a única mulher atualmente ocupando cadeira no STF.
Conhecimento sobre o STF
Entre os membros da Corte, seis são reconhecidos por pelo menos metade da população, segundo o Datafolha. O gráfico da pesquisa detalha as diferenças nesse aspecto.
Avaliação dos ministros
Entre quem conhece o magistrado, André Mendonça tem o melhor índice de avaliação, 26 pontos. 39% o consideram ótimo/bom; 13% ruim/péssimo.
Cármen Lúcia fica em segundo, com 17 pontos de avaliação. 42% aprovam, 25% desaprovam. Demais ministros marcam números menores ou negativos.
Metodologia
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores por entrevista presencial, entre 7 e 9 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
O estudo está registrado no TSE sob o protocolo BR-03770/2026 e foi publicado pela Folha de S.Paulo.
Entre na conversa da comunidade