- O desembargador Magid Nauef Láuar, afastado em fevereiro por denúncias de abuso sexual, recebeu 120.861,33 reais líquidos em março de 2026, conforme o Portal da Transparência do TJMG.
- O teto constitucional para desembargador é de 46.366,19 reais.
- O Tribunal informou à CNN Brasil que o valor inclui verbas funcionais somadas ao salário e que a remuneração integral é assegurada por lei.
- Ao todo, foram gastos 139.874,61 reais com o magistrado, incluindo salário-base, verbas e auxílios; os descontos de imposto de renda e previdência somaram 19.013,28 reais.
- O caso envolve antecedentes de fevereiro, quando ele absolveu um homem de 35 anos em um caso envolvendo menor de idade; a CNJ investiga e manteve o afastamento para condução das apurações.
O desembargador Magid Nauef Láuar, afastado em fevereiro por denúncias de abuso sexual, recebeu 120.861,33 reais líquidos em março de 2026. Os dados constam no Portal da Transparência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
O teto constitucional para desembargadores é de 46.366,19 reais. O TJMG informou que o valor inclui verbas funcionais somadas ao salário e que a remuneração integral é assegurada por lei, abrangendo verbas e benefícios.
Ao todo, foram gastos 139.874,61 reais com Magid, incluindo salário-base, verbas e auxílios, com descontos de imposto de renda e previdência somando 19.013,28 reais.
Contexto do afastamento e investigações
Em fevereiro, o magistrado gerou repercussão ao absolver um homem de 35 anos que manteve relações com uma menina de 12, vítima de abuso de vulnerável. A decisão foi revista posteriormente, resultando na condenação do homem e da mãe da vítima.
A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) passou a investigar Magid por denúncias de delitos contra a dignidade sexual. O afastamento foi mantido para assegurar a condução das apurações sem interferência.
Entre na conversa da comunidade