Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório e STF avança com o processo

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no STF; processo avança, relator abre prazo para alegações finais e diligências complementares

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
0:00
Carregando...
0:00
  • Eduardo Bolsonaro não compareceu ao interrogatório por videoconferência marcado para a tarde de terça-feira (14) no Supremo Tribunal Federal.
  • O ato era parte da fase final de instrução da ação penal em que ele é réu por coação ao Judiciário.
  • A ausência foi considerada prejudicada, e foram abertas vistas para diligências complementares, sem novos requerimentos das partes.
  • O relator, ministro Alexandre de Moraes, deve encerrar a fase de instrução e abrir prazo para alegações finais da Procuradoria-Geral da República e da defesa.
  • A defesa é feita pela Defensoria Pública da União, acionada pelo STF após a ausência de advogados constituídos; a ação investiga suposta articulação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos para interferir em processos no Brasil em benefício de Jair Bolsonaro.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro não compareceu ao interrogatório marcado para a tarde desta terça-feira 14 no STF. O ato, por videoconferência, integra a fase final da instrução da ação penal em que ele é réu por coação ao Judiciário.

A ausência não gera punição direta nem impede o andamento do processo, já que o interrogatório funciona como instrumento de autodefesa. Com isso, o ato ficou prejudicado e o tribunal abriu vista para diligências complementares.

O relator, ministro Alexandre de Moraes, deve encerrar a instrução e abrir prazo para alegações finais da PGR e da defesa.

Contexto do caso

A defesa de Eduardo Bolsonaro é feita pela DPU, acionada pelo STF após a ausência de advogados constituídos no processo. A ação investiga a coordenação de ações nos EUA para interferir em processos no Brasil, com o objetivo de beneficiar Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais