Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Família de sicário afirma não ter recebido imagens da PF nem laudo do IML

Família de Luiz Mourão afirma não ter acesso às imagens, ao laudo do IML nem aos autos da morte dele em custódia da Polícia Federal, sob supervisão do STF

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário"
0:00
Carregando...
0:00
  • A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como “Felipe Mourão” ou “Sicário”, afirma não ter visto imagens de segurança nem os autos do inquérito sobre sua morte, conduzido pela Polícia Federal sob supervisão do Supremo Tribunal Federal.
  • Mourão morreu em 6 de março de 2026, após ficar internado em Minas Gerais; a família não teve acesso ao laudo do Instituto Médico Legal que apontaria a causa mortis.
  • Segundo a nota, a família ficou sabendo da tentativa de suicídio pela imprensa e questiona a divulgação de o termo “sicário” sem provas públicas; defesa sustenta ausência de relação comprovada com violência ou homicídio.
  • A investigação envolve o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, e a família busca obter dados da terceira fase da operação Compliance Zero.
  • Nas apurações da Polícia Federal, Mourão integrava o grupo denominado “A Turma” e teria atuação na obtenção de dados de órgãos públicos, além de coordenar ações para acionar ou intimidar colaboradores e monitorar pessoas ligadas ao Banco Master.

A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como Felipe Mourão ou Sicário, afirma não ter acesso às imagens de segurança, aos autos do inquérito sobre sua morte e ao laudo do IML. O caso envolve a Polícia Federal e o STF, sob supervisão, após o óbito ocorrido em março.

Mourão era cúmplice de Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, e estava em custódia da PF quando teria tentado tirar a própria vida. O falecimento ocorreu no início de março, em Minas Gerais, segundo informações relacionadas à investigação.

A nota divulgada pela família aponta que não houve comunicação prévia sobre a tentativa de suicídio, e questiona a utilização do apelido Sicário pelos investigadores, alegando gravidade das acusações sem provas públicas apresentadas.

A defesa de Mourão afirma que a família jamais teve envolvimento em violência ou homicídio, e reforça a expectativa de acesso aos dados da terceira fase da operação Compliance Zero, na qual Fabiano Zettel figura como alvo.

O que a PF diz e quem era “Sicário”

A Polícia Federal relata a existência de um grupo denominado “A Turma”, do qual Mourão e Vorcaro faziam parte. A PF atribui a Mourão a coordenação de atividades de coleta de dados e monitoramento para os interesses do grupo.

Segundo a investigação, Mourão acessava sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo bases da PF, do MPF e até de órgãos internacionais como FBI e Interpol. A PF afirma que havia captura de dados de segurança pública.

A PF também diz que Mourão atuava para remover conteúdos e perfis, com o objetivo de obter dados de usuários ou silenciar críticas ao grupo. A atuação incluía intimidar antigos funcionários do Master e levantar informações sobre essas pessoas.

Em uma conversa com Vorcaro, Mourão seria acusado de organizar ações, incluindo a possibilidade de agressões a um jornalista, conforme apuração da PF. As investigações continuam para esclarecer os fatos.

A reportagem não divulga novas provas nem conclusões; as informações constam de documentos oficiais da PF e de investigações em curso, com apuração pela Justiça. As famílias solicitam acesso integral aos autos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais