- A defesa da família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como “Sicário”, afirma que PF, STF e IML ainda não compartilharam imagens, documentos ou a conclusão oficial do inquérito sobre a morte.
- Segundo a nota, a família soube da morte apenas pela imprensa, sem comunicação formal das autoridades; a defesa contesta a versão de suicídio e solicita acesso aos laudos e provas.
- A versão da penitenciária aponta que Mourão teria tentado suicídio, o que motivou sua transferência ao Hospital João XXIII, onde faleceu.
- Mourão tinha 43 anos e faleceu em 6 de março de 2026; o corpo foi velado e sepultado em 8 de março, com familiares presentes.
- A defesa pede acesso aos elementos de prova da terceira fase da operação “Compliance Zero” e reafirma a necessidade de elucidação técnica das circunstâncias da morte e dos fatos ocorridos na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte.
A defesa da família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como Sicário, publicou nesta segunda-feira uma nota para reclamar da falta de informações oficiais. Segundo o documento, a PF, o STF e o IML da Polícia Civil de Minas Gerais não disponibilizam dados sobre o caso, nem confirmação da morte.
De acordo com a nota, a família soube da morte pela imprensa e não recebeu comunicação formal das autoridades. A causa apontada pela Polícia Civil não foi repassada ao conjunto de familiares pela via oficial, conforme alegado pelos representantes.
A penitenciária informou que Mourão sofreu uma tentativa de suicídio, o que teria levado ao atendimento no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde faleceu. A defesa alega falta de acesso aos elementos que instruem o inquérito.
No texto, a família afirma que Mourão faleceu em 6 de março de 2026, conforme laudo médico, e que o corpo foi velado em 8 de março. O grupo também solicita a conclusão do laudo pericial para esclarecer a causa do óbito.
Acesso aos autos e desdobramentos
A defesa pede acesso aos elementos de prova produzidos na 3ª fase da operação Compliance Zero, para verificar a coerência das acusações com o material colhido. Também cobra transparência sobre o andamento das investigações.
A nota sustenta que, mesmo diante de suspeitas, não houve confirmação de que Mourão tivesse atuação como sicário, nem histórico de violência. O documento reitera a necessidade de apurar com rigor as circunstâncias da morte e das dependências da PF em Belo Horizonte.
A defesa reforça que a atribuição do apelido Sicário não pode faltar à devida apuração, destacando que a honra da família depende de dados técnicos e de provas disponíveis. O texto solicita acompanhamento técnico das investigações para esclarecimento completo.
A família continua aguardando esclarecimentos oficiais sobre a morte, bem como a liberação de documentos que possam elucidar os fatos ocorridos antes do encaminhamento de Mourão ao hospital.
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