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Famup e Movimento Mulheres Municipalistas repudiaram ataques contra Léa Toscano

Famup e MMM repudiam ataques misóginos e etaristas contra Léa Toscano; reforçam defesa da representatividade feminina na política

Portal Correio
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  • Famup (Federação das Associações de Municípios da Paraíba) e MMM (Movimento Mulheres Municipalistas) divulgaram nesta terça-feira (14) nota de repúdio às declarações do pré-candidato a deputado federal Deda Claudino direcionadas à prefeita de Guarabira, Léa Toscano.
  • A fala foi considerada desrespeitosa e pode configurar etarismo e misoginia, além de destacar a importância da presença feminina na política e do combate a discursos discriminatórios.
  • As entidades ressaltaram que o posicionamento atinge não apenas Léa Toscano, mas todas as mulheres que atuam na vida pública.
  • O texto da nota afirma que mulheres avançaram na política brasileira e que a luta por igualdade, respeito e representatividade não pode ser fragilizada por falas machistas.
  • A nota reforça o compromisso com respeito, equidade e o direito das mulheres de participarem plenamente da vida pública.

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) e o Movimento Mulheres Municipalistas (MMM) divulgaram nesta terça-feira (14) uma nota de repúdio às declarações do pré-candidato a deputado federal Deda Claudino dirigidas à prefeita de Guarabira, Léa Toscano. O episódio ocorreu durante uma entrevista, quando o candidato insinuou que a gestora deveria estar aposentada em casa.

Segundo as entidades, as palavras usadas pelo pré-candidato configuram desrespeito pessoal e podem caracterizar etarismo, prática discriminatória baseada na idade. A nota aponta que esse tipo de discurso não tem espaço no debate público e reforça a importância da presença feminina na política.

A Famup e o MMM destacam que a presença de mulheres em cargos de liderança tem avançado no Brasil, mas ainda enfrenta preconceitos. A repulsa aos ataques busca defender o respeito, a equidade e a representação das mulheres na gestão pública, segundo as entidades.

Repúdio e desdobramentos

A nota enfatiza que esse tipo de agressão atinge não apenas Léa Toscano, mas todas as mulheres que atuam na política. As organizações ressaltam que os ataques visam deslegitimar a atuação feminina e reforçam a necessidade de espaços públicos mais igualitários.

Afirmam ainda que o movimento busca manter o foco no desempenho e nas propostas das gestoras, sem recorrer a ataques baseados em gênero ou idade. A posição público das entidades reforça o compromisso com o combate a discursos discriminatórios no cenário político paraibano.

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