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Igualdade racial orienta ações do governo, diz ministra Rachel Barros

Ministra da Igualdade Racial afirma que a igualdade racial é eixo transversal do governo e reforça políticas afirmativas no governo Lula em Genebra

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  • A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, comanda a comitiva brasileira no 5º Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU, em Genebra, Suíça.
  • Em entrevista à RECORD NEWS, ela disse que a participação serve para balancear a gestão do presidente Lula e ressaltar políticas de ações afirmativas.
  • Barros afirmou que a igualdade racial é tema central e transversal às ações do governo federal, destacando o fortalecimento dessas políticas.
  • Ela destacou a função do ministério em manter a transversalidade das ações, reconhecer necessidades e promover a igualdade racial como motor de desenvolvimento.
  • Ao fim da gestão, a pasta deve apresentar avanços à sociedade e assegurar políticas efetivas de redução de desigualdades, com foco em reparação social.

A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, lidera a comitiva brasileira no 5º Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU, realizado em Genebra, Suíça. O objetivo é apresentar avanços e alinhar ações entre governo e organismos internacionais no contexto de políticas públicas.

A participação brasileira serve para avaliar a gestão do presidente Lula e reforçar a importância do Ministério da Igualdade Racial na consolidação de ações afirmativas e no combate às desigualdades. A comitiva destaca a transversalidade desse tema para as iniciativas governamentais.

Contexto internacional e metas nacionais

Segundo a ministra, a igualdade racial está no centro das ações do governo federal, com o objetivo de fortalecer políticas afirmativas. A atuação do ministério busca assegurar a continuidade de medidas que promovam inclusão social e redução de disparidades.

A pasta enfatiza que, com o fim da gestão, é crucial apresentar resultados à sociedade, demonstrando avanços na redução de desigualdades e na garantia de direitos básicos, como acesso à saúde e proteção contra violência obstétrica. A ideia é manter a agenda de reparação social.

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