- Lula afirmou que pediu ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que torne pública a origem do escândalo do Banco Master.
- Disse que não quer que Galípolo acuse o ex-presidente Roberto Campos Neto, mas que revele “quem é quem” na história.
- O presidente afirmou que a Polícia Federal precisa esclarecer que os crimes desvendados desde 2023 teriam origem no governo dele.
- Lula reiterou a intenção de criar o Ministério da Segurança Pública assim que a PEC da Segurança Pública for aprovada pelo Congresso.
- Sobre a economia, disse que o governo estuda formas de aliviar as dívidas de estudantes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que estariam no vermelho novamente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira 14 que pediu ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que torne pública a origem do escândalo envolvendo o Banco Master. Ele reiterou que não deseja que Galípolo acuse o ex-presidente Roberto Campos Neto, mas sim que indique à sociedade quem são os envolvidos e qual é o papel de cada um.
Lula disse, em entrevista aos veículos Brasil 247, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo, que o Banco Central precisa esclarecer a origem do caso para o público. Ele também sugeriu que a Polícia Federal confirme que os crimes desvendados desde 2023 resultam de operacionalizações associadas ao atual governo.
O presidente completou ao afirmar que a corrupção tende a aparecer nos governos que enfrentam irregularidades, e ficar oculta na gestão de quem não combate a prática. Segundo ele, a expectativa é que a PF torne claros os vínculos entre as linhas de atuação e as autoridades envolvidas.
Segurança Pública
Em outra frente, Lula destacou que pretende criar o Ministério da Segurança Pública assim que o Congresso Nacional aprovar a PEC correspondente. A proposta, segundo o presidente, visa consolidar políticas de segurança com foco operacional e institucional.
Educação e economia estudantil
No âmbito econômico, o governo avalia medidas para aliviar dívidas de alunos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo Lula, muitos contratos continuam em situação negativa, e as medidas devem buscar reduzir esse impacto para estudantes e famílias.
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