- Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos, falou à RECORD NEWS sobre articulações para as eleições de 2026, com foco em governador e presidente, e expectativa de eleger entre cinquenta e sessenta deputados federais e quatro a cinco senadores; em São Paulo, a chapa deve ficar entre Tarcísio de Freitas e Felício Ramuth, com sete pré-candidatos ao governo.
- A respeito da janela partidária de abril, ele considera as movimentações positivas e prefere crescer na eleição para maior consistência.
- Sobre a CPI do Crime Organizado, Pereira afirmou que o objetivo foi desvirtuado do tema original e que a CPI não tem competência para indiciar ministros do Supremo Tribunal Federal nem o procurador-geral da República; o impeachment, se houver, seria no Senado.
- Em relação ao fim da escala 6×1 no Congresso, o presidente do Republicanos disse que, se a pauta for pautada, deverá avançar com ampla maioria de apoios.
- Sobre a indústria nacional, destacou que os maiores desafios são maior competitividade, previsibilidade e segurança jurídica; a insegurança no país, segundo ele, atrapalha investimentos e a competitividade em comparação com outros países.
Durante entrevista exclusiva à RECORD NEWS nesta terça-feira (14), Marcos Pereira, deputado federal e presidente nacional do Republicanos, explicou as articulações do partido para as eleições de 2026, com foco em governador e presidente.
Pereira classificou como positivas as movimentações da janela partidária de abril e projetou eleger entre 50 e 60 deputados federais, além de 4 a 5 senadores. Para o governo, o Republicanos tem sete pré-candidatos em estudo.
Ainda sobre o pleito em São Paulo, o deputado afirmou que a tendência é manter a chapa entre Tarcísio de Freitas e Felício Ramuth. Ele destacou que prefere crescer na eleição para consolidar candidatura.
CPI do Crime Organizado
Pereira disse que a CPI do Crime Organizado “desvirtuou completamente” o foco original, criada para investigar crimes organizados, mas que teria começado a abordar temas sem pertinência. Ele afirmou que a CPI não tem competência para indiciar ministros do Supremo Tribunal Federal nem o procurador-geral da República.
Segundo o presidente do Republicanos, o Senado Federal seria o órgão competente para eventuais impeachment de ministros do Supremo, caso haja necessidade jurídica. A avaliação mantém o tom de crítica ao funcionamento da comissão.
Indústria Nacional
O deputado destacou os principais desafios do setor produtivo, especialmente da indústria, como a necessidade de maior competitividade, previsibilidade e segurança jurídica. Ele afirmou que a insegurança atual dificulta o planejamento de investimentos e reduz a competitividade perante empresas de outros países.
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