- O PT paulista busca formar uma frente ampla ao redor da pré-candidatura de Fernando Haddad e procurou Paulo Serra, vice-presidente nacional do PSDB e presidente da executiva estadual.
- Paulo Serra foi prefeito de Santo André (2017–2024) e é o pré-candidato tucano ao governo de São Paulo.
- O PT pretende atrair partidos de centro-direita para derrotar o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
- O PSDB paulista rechaçou a aproximação, afirmando que não houve diálogo ou avanço para uma aliança e mantendo o PT como adversário histórico.
- O PSDB vê Paulo Serra como possibilidade de uma opção mais ao centro, enquanto o presidente Aécio Neves defende uma alternativa de centro democrático ao Lula e a Flávio Bolsonaro.
O PT de São Paulo busca formar uma frente ampla em torno da pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo do estado. A sigla questiona ampliar o arco de apoio ao defender uma candidatura que dispute com Tarcísio de Freitas, atual governador, na reeleição.
A ação começou após o PT paulista entrar em contato com Paulo Serra, vice-presidente nacional do PSDB e presidente da executiva estadual, para tratar de alianças no pleito estadual. Serra foi prefeito de Santo André entre 2017 e 2024.
Haddad e aliados seguem conversando com outras siglas, incluindo o PSD, além de manter diálogos com representantes do agronegócio para ampliar o alcance da chapa petista.
Reação do PSDB
A executiva nacional do PSDB rejeitou a aproximação com o PT para as eleições de 2026, enfatizando que o PSDB é adversário histórico do PT e não há diálogo para formar alianças no estado. A nota foi encaminhada ao Poder360.
O PSDB paulista ressaltou a candidatura de Paulo Serra como opção centrada, buscando apresentar uma alternativa fora da polarização entre PT e demais blocos.
Agenda e contexto
Nesta terça-feira (14.abr.2026), às 17h, a executiva nacional fará um balanço da janela partidária e debaterá as discussões eleitorais, na sala do colégio de líderes da Câmara, em Brasília.
Aécio Neves, presidente do PSDB, tem defendido a construção de um eixo de centro democrático para enfrentar Lula e Flávio Bolsonaro, na percepção interna do partido. A posição do PSDB enfatiza alternativas ao espectro atual da disputa.
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