- As forças de segurança de São Paulo renovaram e expandiram o combate integrado ao crime organizado, com a assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica nesta terça-feira (14).
- A Ficco-SP, coordenada pela Polícia Federal, envolve a Secretaria de Segurança Pública, a Secretaria Nacional de Políticas Penais, a Secretaria de Administração Penitenciária e a Polícia Rodoviária Federal, e ganhou duas novas bases em Paulínia e na Baixada Santista.
- As novas bases fortalecem ações no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e no Porto de Santos, considerados estratégicos no enfrentamento ao tráfico internacional de drogas.
- O objetivo é prender peças-chave das organizações criminosas, incluindo operadores logísticos, de lavagem de dinheiro e montagem de esquemas, com atuação integrada de todas as forças.
- A integração visa, além de crimes violentos, o combate à lavagem de dinheiro e a desarticulação de estruturas criminosas, com participação de autoridades como o secretário Osvaldo Nico e autoridades presentes na assinatura.
As forças de segurança do estado de São Paulo anunciaram a renovação e ampliação do combate integrado ao crime organizado em todo o território paulista. Foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica nesta terça-feira, 14, para ampliar ações conjuntas entre órgãos estaduais e federais. O objetivo é enfrentar organizações criminosas de forma integrada, com atuação em diversas regiões.
A Ficco-SP, coordenada pela Polícia Federal, reúne SSP, Senappen, SAP e PRF. A estrutura já possuía base estratégica no estado e ganhou novas estações em Paulínia, no interior, e na Baixada Santista. A expansão visa aumentar a presença em pontos logísticos e de aproximação com áreas de maior movimento.
Novas Bases Estratégicas
O superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Rodrigo Sanfurgo, explicou que a Ficco funciona com atuação multiorgânica no mesmo local, agilizando investigações. A prioridade inclui Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e o Porto de Santos, considerados estratégicos contra o tráfico internacional de drogas.
Dennis Cali, diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF, destacou o foco em capturar peças-chave das organizações, não apenas líderes. O objetivo é atingir logística, lavagem de dinheiro e montagem de esquemas, fortalecendo a leitura de cenário com as forças integradas.
Osvaldo Nico, secretário de Segurança Pública de São Paulo, reforçou que a integração já existente deve seguir com maior parceria. A atuação conjunta também envolve medidas de combate à asfixia financeira de organizações criminosas, segundo ele.
Participaram da assinatura o superintendente da PRF em São Paulo, Edson José Almeida Júnior, o secretário de Administração Penitenciária, coronel Marcello Streifinger, e o prefeito de Paulínia, Danilo Barros.
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