- Ex-governador José Roberto Arruda critica Ibaneis Rocha e Celina Leão, vinculando políticas ao que chamou de legado do Governo Master, em podcast.
- Arruda afirma que houve venda de estatais, citando a CEB e levantando questionamentos sobre o BRB, com consequências para áreas estratégicas do DF.
- Ele aponta falta de investimentos em saúde e educação, mencionando ausência de novas escolas e hospitais.
- O tema inclui o grande número de obras iniciadas e não concluídas, segundo o ex-governador, indicando desorganização administrativa.
- A 1ª Turma do STJ manteve a condenação de Arruda por improbidade em 2025; ele diz estar elegível para 2026, mas a decisão final depende do registro de candidatura até 15 de agosto de 2026.
O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda criticou a gestão de Ibaneis Rocha e da atual governadora Celina Leão, em pelo menos uma entrevista divulgada nesta semana. Ele vinculou o que chamou de legado do Governo Master às polêmicas envolvendo o Banco Master.
Durante o diálogo, Arruda apontou a venda de estatais como um dos principais problemas da administração Ibaneis-Celina, citando a CEB e levantando questionamentos sobre o BRB. Ele disse que tais decisões teriam impactado áreas estratégicamente importantes para o DF.
O ex-chefe do Executivo distrital também afirmou que houve falta de investimentos em saúde e educação. Segundo ele, não houve construção de novas escolas e hospitais, e serviços públicos teriam sido prejudicados ao longo da gestão.
Arruda criticou ainda o volume de obras iniciadas e não concluídas, associando o quadro à desorganização administrativa. Não apresentou detalhes sobre quais empreendimentos estariam nessa condição.
O senador citou a expressão O governo Master vendeu estatais, começou obras e não terminou, não fez hospital, para resumir as críticas. Não houve resposta oficial imediata de Ibaneis ou Celina às declarações.
Condenação
A 1ª Turma do STJ rejeitou, em outubro de 2025, recurso de Arruda e manteve a condenação por improbidade administrativa. O caso está ligado à Operação Caixa de Pandora, que investigou esquema no governo distrital em 2009.
Com a decisão, Arruda permanece inelegível devido às condenações, podendo haver mudança apenas com novo entendimento judicial. O estado atual da elegibilidade será avaliado no registro de candidaturas, com prazo até 15 de agosto de 2026.
A defesa de Arruda sustenta que a Lei Complementar 2019 de 2025 alterou a Ficha Limpa, definindo o início da inelegibilidade a partir da decisão de segunda instância. O ex-governador afirma estar elegível para 2026, segundo a própria leitura da lei.
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