- Todd Lyons, diretor interino da ICE, planeja deixar o cargo após 31 de maio de 2025, para ingressar no setor privado.
- O secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, confirmou a saída e afirmou que Lyons foi um líder importante da agência e peça-chave na agenda de imigração do governo.
- Lyons supervisionou centenas de milhares de deportações; a ICE tem mais de 27.400 funcionários.
- Ainda não está definido quem vai substituí-lo como chefe da agência; Mullin ficará responsável por encontrar o substituto.
- Lyons foi nomeado diretor interino em março de 2025, após Caleb Vitello ser reassinado; a ICE tem enfrentado críticas pelo papel na política de deportação.
Todd Lyons, diretor interino do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), pretende deixar a agência. A confirmação foi feita pelo secretario de Segurança Interna, Markwayne Mullin. Lyons deixará o cargo após 31 de maio e deverá seguir para o setor privado.
Lyons atuou à frente de centenas de milhares de deportações e trabalha no ICE há quase duas décadas. Antes da carreira no governo, serviu na Força Aérea dos EUA e atuou como policial.
Ainda não está claro quem irá substituí-lo como chefe da agência, que trabalha com mais de 27 mil funcionários. Mullin foi encarregado de encontrar o substituto. Lyons foi nomeado atuante do ICE em março de 2025, após Caleb Vitello ser reassumido de outra função.
Contexto institucional
As decisões sobre a liderança ocorrem em meio a escrutínio sobre o papel do ICE na política de deportação do governo. O ICE tem expandido orçamento, recursos e missão desde a reentrada de Trump na Casa Branca.
Tom Homan, indicado como responsável pela fronteira, elogiou Lyons, afirmando que sob sua liderança o ICE atingiu recordes de remoções no primeiro ano desta administração, mesmo diante de desafios sem precedentes. O ICE conduz investigações ligadas à imigração irregular e atua na remoção de estrangeiros sem autorização.
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