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Frente Ambientalista apresenta plano para guiar a agenda do Congresso

FPMA apresenta mapa para guiar agenda socioambiental do Congresso, com comunicação, mobilização e propostas como PEC da Água e proteção de rios

A cúpula maior, voltada para cima, abriga o Plenário da Câmara dos Deputados.
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  • A Frente Parlamentar Mista Ambientalista lançou o “Mapa do Caminho para a Agenda Legislativa Socioambiental”, com orientações para oito anos de atuação de deputados, senadores, assessores e corpo técnico.
  • O documento foca em fortalecer políticas ambientais, com temas como transição energética, defesa de biomas estratégicos, justiça climática, orçamento e governança, buscando popularizar a pauta e combater desinformação.
  • Propõe a aprovação da PEC da Água (PEC 06/2021) e do PL que cria a Política Nacional de Proteção de Rios (PL 2842/2024), além de defender o fortalecimento de mecanismos de financiamento, como o Fundo Clima e o Fundo Nacional de Meio Ambiente.
  • Destaca a construção de narrativas que integrem crescimento econômico e proteção ambiental, trazendo questões do cotidiano como insegurança alimentar, saúde e moradia; contou com apoio de organizações como NOSSAS e Engajamundo.
  • O Mapa é apresentado como ferramenta para sociedade civil e setor acadêmico, visando pressão organizada sobre parlamentares por meio de mobilização digital e atuação institucional.

A Frente Parlamentar Mista Ambientalista (FPMA) do Congresso Nacional lançou na terça-feira, 15, o Mapa do Caminho para a Agenda Legislativa Socioambiental. O documento orienta deputados, senadores, assessores e equipes técnicas para os próximos oito anos, com foco em políticas, articulação política e mobilização social. A iniciativa busca fortalecer temas como transição energética e defesa de biomas.

O texto foi elaborado em parceria com a ONG Legisla Brasil e indica propostas em tramitação, como a PEC da Água (PEC 06/2021) e o PL que cria a Política Nacional de Proteção de Rios (PL 2842/2024). Também defende maior financiamento por meio do Fundo Clima e do Fundo Nacional de Meio Ambiente.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), coordenadora da FPMA no Senado, ressalta que o mapa oferece ações concretas para popularizar a pauta climática e ampliar a inclusão de jovens, indígenas e periferias. O documento pretende guiar o desenvolvimento sem perder a biodiversidade.

Estratégias de comunicação e mobilização

O material enfatiza a construção de narrativas que confrontem a ideia de conflito entre crescimento econômico e preservação ambiental. A proposta busca traduzir debates acadêmicos para o cotidiano da população, incluindo saúde, alimentação e moradia.

O texto cita apoio de organizações da sociedade civil, como NOSSAS e Engajamundo, para ampliar participação social. Também propõe que a comunicação seja infraestrutura de participação, não apenas difusão de informações.

Caminho para ações no Congresso e na sociedade

Entre as ações, o mapa prevê integração entre mobilização digital e articulação institucional para pressionar parlamentares a tomar decisões. O documento cita campanhas recentes que influenciaram o processo legislativo como exemplos de efetividade.

Além do Legislativo, o mapa é apresentado como ferramenta estratégica para a sociedade civil e o meio acadêmico. A FPMA busca ampliar o acesso a instrumentos de participação e monitoramento público.

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