- Haddad afirmou à CNN Brasil que seu desafio é levar o eleitor de São Paulo à “verdade dos fatos” sobre o governo estadual e a gestão atual.
- Ele disse que vai demonstrar, com dados, que houve retrocesso no estado de São Paulo desde a posse do atual governo.
- Haddad comentou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preocupado com São Paulo, o que o levou a concordar em disputar o governo paulista.
- O ex-ministro anunciou que disputará o governo de São Paulo no dia 19 de março, em evento do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
- Este é o quinto pleito disputado por Haddad como candidato; já foi prefeito de São Paulo, ministro da Fazenda e candidatou-se à presidência em 2018, além de ter concorrido ao governo de SP em 2022, quando ficou em segundo lugar.
O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad afirmou à CNN Brasil, nesta quarta-feira (15), que seu principal desafio para chegar ao governo de São Paulo é levar ao eleitor a verdade dos fatos sobre o estado. Ele promete usar dados para mostrar o que ocorreu desde a posse de Tarcísio de Freitas até o momento atual.
Haddad disse que, ao apresentar o cenário de São Paulo, espera convencer o eleitor de que houve retrocesso no estado. Segundo ele, o objetivo é esclarecer as condições que o governador atual herdou e como o estado se encontra hoje.
Ele também mencionou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preocupado com São Paulo, o que motivou Haddad a aceitar disputar o governo do estado, segundo o ex-ministro.
Pré-candidatura
Haddad anunciou que disputará o governo de São Paulo no dia 19 de março, durante evento do Sindicato dos Metalúrgicos no ABC Paulista. O ex-prefeito já ocupou espaço central na política com várias candidaturas.
O presidente Lula afirmou publicamente que Haddad está preparado para governar o estado mais populoso do Brasil e elogiou a trajetória dele como ministro da Fazenda. Lula destacou o desempenho e a relevância da trajetória de Haddad.
Historicamente, Haddad já concorreu a cargos importantes: venceu a prefeitura de São Paulo em 2012, perdeu a reeleição em 2016, disputou a Presidência em 2018 e, em 2022, concorreu ao governo de São Paulo, ficando em segundo lugar no segundo turno.
Contexto atual mostra que o campo político acompanha a definição das alianças e a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes diante de desafios econômicos e sociais enfrentados pelo estado.
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