- Governo federal anunciou medidas para turbinar programas habitacionais com foco na classe média, segundo apuração da CNN.
- Foram liberados R$ 20 bilhões adicionais para habitação, ampliando financiamento e reformas de imóveis.
- O teto de crédito para reformas passou de R$ 30 mil para R$ 50 mil.
- A faixa mais alta do Minha Casa Minha Vida subiu de R$ 8.600 para R$ 9.600.
- As ações buscam recuperar popularidade entre a classe média após queda de aprovação do governo.
O governo federal anunciou esta semana um pacote de medidas para turbinar programas habitacionais, com foco na classe média. A ação busca reforçar o Minha Casa Minha Vida e ampliar linhas de crédito para reformas, segundo apuração de Larissa Rodrigues, analista de Política da CNN.
Durante o anúncio no Palácio do Planalto, foram divulgados 20 bilhões de reais adicionais para habitação. O objetivo é ampliar financiamento, ampliar reformas de imóveis e beneficiar famílias com maior poder aquisitivo.
Entre as mudanças, destaca-se o aumento do teto de crédito para reformas, que passou de 30 mil para 50 mil reais. A medida facilita aportes em obras de melhoria domiciliar para mais famílias.
A faixa de renda do Minha Casa Minha Vida também foi ampliada. A linha mais alta do programa subiu de 8.600 reais para 9.600 reais, ampliando o alcance entre a classe média.
Essas ações ocorrem em um momento de avaliação pública sobre a atuação do governo, com pesquisas apontando queda de popularidade do presidente Lula. Segundo fontes consultadas, o governo busca recuperar apoio em segmentos-chave.
Estratégia para a classe média
Desde o fim do ano passado, ações pontuais já vinham sendo implementadas nos programas habitacionais para esse público. A ampliação de valores e faixas de renda representa uma tentativa de atrair eleitores historicamente mais resistentes ao PT.
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