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Lula pede empresários da construção que escrevam senadores em apoio a Messias

Lula convoca empresários da construção a enviar cartas a senadores em apoio a Messias para o STF, após defesa da indicação baseada no FGTS

Jorge Messias foi indicado por Lula ao STF; Senado fará a análise
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  • O presidente Lula pediu que empresários da construção civil enviem cartas aos 81 senadores favoráveis à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
  • O chamado ocorreu após um representante do setor defender Messias durante reunião com Lula, destacando o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
  • O diretor André Baía afirmou que Messias seria um “grande guardião do FGTS” e pediu engajamento dos senadores até a sabatina.
  • A sabatina para Messias foi antecipada para o dia 28 deste mês, em vez do dia 29.
  • Até o momento, o Estado de S. Paulo informou que Messias tem nove votos favoráveis na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ); no plenário, ele precisa de maioria absoluta, ou seja, pelo menos quarenta e um votos.

O presidente Lula sugeriu que empresários do setor de construção civil enviem cartas aos senadores em apoio à indicação de Jorge Messias ao STF. A chamada ocorreu após um representante do setor defender enfaticamente a nomeação.

André Baía, diretor do Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção, discursou durante reunião com Lula na quarta-feira, 15, exaltando Messias por defender o FGTS. Ele informou que a sabatina, inicialmente marcada para 29, foi antecipada para o dia 28.

Baía afirmou conhecer Messias desde a infância e defendeu a indicação mesmo sendo de centro-direita. Lula endossou a ideia e pediu que as empresas enviem cartas aos 81 senadores com suas expectativas sobre o ministro.

Situação no Senado

Messias tem nove votos favoráveis na CCJ, onde são necessários ao menos 14 dos 27 para avançar. A próxima etapa ocorre no plenário do Senado, onde é exigida a maioria absoluta, ou seja, pelo menos 41 votos favoráveis.

A análise do nome segue para o plenário após a CCJ. A transmissão da sabatina e a mobilização de apoio não definem o resultado, que dependerá da votação dos senadores. O conteúdo das cartas não foi informado pela presidência.

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