- A Quaest aponta Lula com 37% de intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 32% no 1º turno de 2026.
- Ronaldo Caiado aparece em terceiro, com 6%.
- A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 9 e 13 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais e confiança de 95%.
- Indecisos somam 5% e branco/nulo não vão votar ou não sabem responder chegam a 11%.
- O levantamento também traz candidatos como Romeu Zema (3%), Aldo Rebelo (não pontuou) e outros nomes listados na similaridade de cenários.
A Quaest divulgou nesta quarta-feira (15) os resultados do 1º turno das eleições para 2026, com Lula (PT) liderando em 37% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em segundo, com 32%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril, em âmbito nacional.
Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro, com 6%. Entre os demais citados, Romeu Zema (Novo) tem 3%, Augusto Cury (Avante) aparece com 2% e Renan Santos (Missão) também com 2%. Cabo Daciolo (Mobiliza), Samara Martins (UP) têm 1% cada. Aldo Rebelo (DC) não pontuou; indecisos somam 5%, e Branco/Nulo/Não vai votar totalizam 11%.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e registrou margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-09285/2026.
Quem aparece na pesquisa
Lula aparece com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 32%. Caiado fica com 6%, enquanto Zema registra 3%. Os outros pré-candidatos variam entre 1% e 2%. Indecisos somam 5% e voto branco/nulo não vai votar soma 11%.
Cenário em comparação com março
Em levantamento de março, a Quaest testou cenários com nomes como Eduardo Leite e Ratinho Junior (ambos do PSD), que saíram da disputa. Na época, as variações de Lula ficavam entre 36% e 39%, e as de Flávio entre 30% e 35%. Em abril, novas nomenclaturas passaram a compor a lista de pré-candidatos consultados.
Contexto da sondagem
Os dados refletem o que havia sido perguntado entre 9 e 13 de abril, com metodologia publicada e divulgação condicionada à transparência de informações. A Quaest ressaltou a necessidade de interpretar os números dentro da margem de erro e considerar que cenários políticos podem se modificar conforme alianças e eventos de campanha.
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