- O ex-presidente Michel Temer descartou candidatura e disse que pode atuar como conselheiro de candidatos, mas não ocupará cargo público.
- A declaração foi feita durante entrevista à Record News, na estreia do programa Link Business, que vai ao ar às 23h.
- Aliados defenderam anteriormente a pré-candidatura de Temer dentro do MDB, mas ele não pretende concorrer.
- Temer comentou os dez anos do impeachment de Dilma Rousseff e afirmou que, após o afastamento, a ex-presidente não o ligou nem comentou o episódio.
- Ainda hoje, Temer continua sendo criticado por aliados de Dilma e de Lula, que o chamam de golpista desde o impeachment.
Em entrevista à Record News, o ex-presidente Michel Temer afirmou que não vai concorrer novamente à Presidência. Ele disse que aceitaria atuar como conselheiro de candidatos, mas não pretende ocupar cargo público.
Temer afirmou que poderia contribuir como mentor de campanhas, embora descarte a ideia de concorrer. Ele revelou ainda que não vê problema em orientar equipes de candidatos, desde que não haja função pública para ele.
O emedebista comentou os dez anos do impeachment de Dilma Rousseff, marcado em 2016. Segundo Temer, após seu afastamento, Dilma não o ligou nem respondeu a mensagens sobre o episódio.
Desdobramentos e contextos
Temer, líder do MDB, foi tema de debates internos após aliados defenderem sua pré-candidatura. Ele não confirmou apoio a nomes específicos nem apresentou datas para eventuais funções de aconselhamento.
Apesar de manter contato com setores do MDB, o ex-presidente mantém o posicionamento de não concorrer novamente. A entrevista foi exibida no programa Link Business, com apresentação de Wilson Pedroso.
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