- Nesta quinta-feira, 16, o ex-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento Edegar Pretto (PT) anunciou pré-candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul na chapa de Juliana Brizola (PDT), a pedido de Lula e Edinho Silva.
- Esta é a primeira vez na história do estado que o PT fica sem candidatura própria ao governo gaúcho.
- Pretto afirma que aceitou para ampliar a densidade política da aliança e fortalecer o palanque de Lula no Rio Grande do Sul, reunindo PDT, PT, PCdoB, PV, PSB, PSOL e Rede Sustentabilidade.
- A decisão ocorreu após diálogos com lideranças partidárias, bancadas estaduais e federais, organizações populares e o Diretório Estadual; houve resistência interna no PT à candidatura própria.
- O PT aprovou resolução que determina construção da estratégia com PDT e aliados, sob a liderança de Juliana Brizola, com Pretto reiterando foco na reeleição de Lula e em um projeto para o estado.
Edgar Pretto, ex-presidente da Conab, aceitou ser vice-governador na chapa de Juliana Brizola, do PDT, para as eleições no Rio Grande do Sul. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira, 16, sinalizando a primeira vez em que o PT ficará sem candidatura própria ao governo gaúcho.
A decisão foi tomada a pedido do presidente Lula e do presidente nacional do PT, Edinho Silva, após diálogo com lideranças do partido, bancadas estaduais e federais, organizações populares e o Diretório Estadual do PT. Pretto destacou o objetivo de fortalecer a frente progressista.
A composição faz parte de uma estratégia de alianças do PT com PDT, PCdoB, PV, PSB, PSOL e Rede. O PT já havia fechado acordo com o PDT no dia 9, influenciado por intervenções da liderança nacional. Pretto reforçou o compromisso com a reeleição de Lula.
Provas do movimento apontam que a frente busca ampliar o palanque no estado, mantendo o foco na defesa da democracia e do governo federal. Pretto afirmou que a decisão não desbanca o RS, mas fortalece o conjunto político aliado ao governo nacional.
Alianças e desdobramentos
A resolução política do PT, anunciada no dia 7, orientou que a tática local seja coordenada com o PDT e demais partidos aliados, sob a liderança de Brizola. O documento sustenta que a prioridade é a reeleição de Lula e o reforço do arco progressista no estado.
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